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Mercado| 25 de setembro de 2013 | 6h 27

Escola da cerveja fatura R$ 20 mil por mês em São Paulo

Mais de mil pessoas já fizeram cursos na Sinnatrah, que existe desde 2009, em São Paulo

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME

Sinnatrah
Sinnatrah
Escola tem cursos para iniciantes até profissionais experientes

As viagens para o exterior para participar de congressos durante o doutorado em bioquímica despertaram o interesse dos amigos Rodrigo Louro e Alexandre Sigolo pelas cervejas artesanais. Tanto que a dupla passou a produzir a própria cerveja em casa e depois resolveu abrir uma cervejaria escola. A Sinnatrah foi inaugurada oficialmente em 2009, em São Paulo, e registra faturamento médio mensal de R$ 20 mil.

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"Nós percebemos que o que a gente chamava de cerveja era apenas um estilo possível no mundo. Durante as viagens, nos deparamos com diversos tipos e percebemos que o processo de fabricação de cerveja é muito científico", conta Rodrigo.

Formados em biologia com doutorado em bioquímica, os amigos resolveram estudar o processo de fabricação da cerveja e fazer a própria bebida em casa. "Demoramos dois anos para fazer um cerveja que falamos: essa é realmente muito boa", lembra Rodrigo.

Logo em seguida, a dupla resolveu colocar em prática a ideia de repassar o conhecimento para outras pessoas interessadas em fabricar a própria cerveja e investiu R$ 15 mil para abrir a Sinnatrah, uma cervejaria escola. Atualmente a empresa tem mais dois sócios: Júlia Reis e Luis Marcelo Nascimento.

Mais de mil pessoas já passaram pela escola, desde o curso básico de fabricação de cerveja até os ensinamentos mais avançados com técnicas específicas. A empresa ainda tem uma loja para venda de insumos, presta consultoria e organiza eventos cervejeiros, como um tour em três cervejarias no interior de São Paulo.

Inspiração. O nome da empresa foi inspirado no gato Frank Sinatra, que morava no apartamento dividido por Alexandre e Rodrigo, no início da produção das cervejas. "Quando começamos a fazer cerveja, o gato gostou muito dos aromas e queria sempre ficar perto dos equipamentos. E por conta da contaminação, era uma luta para afastá-lo", conta Rodrigo.

Quando surgiu a ideia de abrir a empresa, a dupla descobriu que as cervejarias da idade media tinham um gato de estimação para proteção contra as pragas. E que frequentemente o gato era preto, por uma proteção espiritual. "O gato Frank Sinatra também era preto. Só mudamos a grafia para ficar diferente do cantor", conta Rodrigo.

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