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Internet| 07 de julho de 2013 | 10h 42

Empresa de delivery de roupas pretende faturar R$ 150 mil por mês

The Hunch Box envia uma caixa com peças para cliente experimentar e ele só paga as roupas que gostou

ESTADÃO PME

Divulgação
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Foi durante uma reunião de amigos que os empresários Guto Okamoto e Vinícius D´Angelo perceberam que nenhum deles gostava de fazer compras e ir ao shopping. Na discussão em busca de uma melhor solução, a dupla chegou a um modelo de negócios: enviar peças para a casa dos clientes, que escolhem e compram as roupas preferidas. Trata-se de um serviço de delivery de roupas chamado The Hunch Box.

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Depois de funcionar como um protótipo, o site entrou em operação no fim do ano passado com um investimento inicial de R$ 50 mil. A meta dos empresários é alcançar um faturamento mensal de R$ 150 mil daqui um ano. Até agora, o site tem 1,5 mil cadastros, sendo que 300 são compradores ativos, com tíquete médio de R$ 250.

Antes de empreender, Okamoto trabalhava em uma agência de publicidade e D´Angelo em um banco. "Sempre tivemos esse espírito empreendedor e estávamos caçando ideias para colocar em prática", conta Okamoto. Depois de fazer uma pesquisa de mercado, a dupla resolveu investir no negócio de delivery de roupas ao identificar um público que não tinha paciência para fazer compras.

Como funciona. Para receber a caixa com as roupas, o usuário preenche um cadastro no site com informações sobre o perfil de compra, como tamanho, cores e estampas de preferência. Baseado nesses dados, a empresa monta uma caixa com oito a dez peças e envia para a casa do cliente. São escolhidas camisas sociais, camisas casuais, polos, camisetas e malhas.

O consumidor pode experimentar as peças e pagar por aquelas que mais gostou. As que sobraram são devolvidas na caixa, que será retirada por um motoboy em um dia e horário combinado. Não existe compromisso de compra. Caso nenhuma peça agrade, a caixa é devolvida cheia.

O serviço funciona na cidade de São Paulo e os empresários estudam como expandir o modelo de negócio no Brasil. "Nosso posicionamento é oferecer conveniência. Não ficamos brigando por preço. Nosso preço é o de shopping. Negociamos diretamente com as marcas", afirma Okamoto. As camisas, por exemplo, variam de R$ 118 a R$ 259. As polos custam entre R$ 59 a R$ 197. Já as camisetas são vendidas de R$ 49 a R$ 134.

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