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Educação| 13 de janeiro de 2015 | 17h 34

Brasileiro cria escola para ensinar criança de cinco anos a programar e projetar robôs

Centro lançado em SP é destinado a crianças de cinco a 17 anos e tem mensalidades de R$ 350 a R$ 500

Renato Jakitas, O Estado de S.Paulo

A já extensa lista de atividades financiadas por pais aos seus filhos tem na opinião do empresário Daniel Cleffi espaço para mais uma opção: o de treinamento em robótica e programação eletrônica.

Divulgação
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Centro já opera em duas unidades e planeja a abertura de franquias

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Pegando carona na célebre frase de Steve Jobs, segundo qual "programa te ajuda a pensar", Cleffi, que foi diretor do braço de educação da Microsoft, uniu-se a outros dois executivos bem remunerados e fundou a Mad Code em outubro do ano passado. No portfólio da instituição, aulas de programação, robótica, construção de games e até empreendedorismo para crianças de cinco a 17 anos de idade.

"É uma musculação para o cérebro", diz o empresário, que já tem duas unidades em operação, nos Jardins e em no Alto de Pinheiros, e prevê a expansão por franquia em cerca de 30 dias. "Contratamos uma empresa de consultoria externa e em 20 dias devemos estar com os números para apresentar ao mercado", diz Cleffi, que vê seu negócio como uma ponte entre as antigas escolas técnicas e os atuais centros de motivação intelectual para jovens.

"A criança hoje fica muito tempo na frente do computador, mas ele usa mal seu tempo, ele perde esse tempo. A gente quer que ela produza, que ajuda resolver problema do estacionamento da sua escola, da quadra do prédio", diz ele. "E também queremos preparar a criança a raciocinar mais rápido."

Para o corpo docente, Daniel Cleffi, que não abre os valores investidos para começar a empresa, foi buscar profissionais gabaritados, dentre os quais o tutor da equipe brasileira de robótica medalha de ouro na categoria no Japão.

As aulas custa de R$ 350 a R$ 500 ao mês e, nas contas do empresário, em quatro ano seu pequeno pode sair por programado tudo aquilo que lhe venha em mente. "Fechamos um acordo com uma instituição no Vale do Silício, que é a Meca da programação, e vamos enviar alunos para fazer cursos por lá, assim como a FGV e Insper fazem em seus cursos de pós."

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