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Yammer: conheça como o Twitter do mundo corporativo foi vendido por US$ 1,2 bilhão

Lançada em 2008 por uma startup norte-americana, negócio foi adquirido pela Micorsoft em 2012 por US$ 1,2 bi

Estadão PME,

26 de fevereiro de 2013 | 06h50

O mercado de colaboração social tem se configurado como um dos mais dinâmicos no mundo dos negócios virtuais. E um bom exemplo de como o empresário deve se apropriar de parte desse interesse vem de uma startup norte-americana, que em 2008 lançou a Yammer, rede social então definida como uma espécie de Twiiter corporativo.

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Em cinco anos, a ideia atraiu interesse de mais de cinco milhões de usuários e, na esteira disso, investidores, que aportaram mais de US$ 142 milhões no time de desenvolvedores. Processo que culminou na aquisição da empresa, no ano passado, pela Microsoft. A gigante de tecnologia desembolsou US$ 1,2 bilhão pela transação, mantendo a equipe de fundadores da Yammer, encabeçada por David Sacks, no comando da operação.

Rede em evolução. Inicialmente, a Yammer era definida como um Twitter para o mercado de trabalho, onde os colaboradores informavam como estava o desenvolvimento de seus projetos. Em vez de perguntar “O que você está fazendo?”, a Yammer questionava “Em que você está trabalhando?”.

Com o passar do tempo, a Yammer ganhou novas funcionalidades. Hoje, ela está mais para um Facebook do que para um Twitter dado o volume de possibilidades. A ferramenta cria redes sociais privadas dentro das companhias. Dentre os serviços, a Yammer oferece compartilhamento de arquivos e outros tipos de software para seus usuários.

Segundo a Yammer, 85% das empresas listadas pela Fortune 500 são suas clientes, dentre elas DHL, Shell e Ford.

Para se cadastrar, o usuário precisa de um email corporativo. As empresas pagam uma mensalidade de US$ 5 por usuário, em seu pacote básico.

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