Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Tempo e qualidade são fundamentais para quem pretende abrir uma pizzaria

Investimento médio para o lançamento de um delivery de pizzaria, em São Paulo, chega a R$ 50 mil

Renato Jakitas, Estadão PME,

17 de abril de 2013 | 06h38

 Entre bares e restaurantes, a cidade de São Paulo tem por volta de 55 mil negócios gastronômicos. E segundo Adri Vicente Junior, da Food Service Company, 7 mil deles são pizzarias. Em meio a essa enorme concorrência, afirma o especialista, a qualidade e a rapidez são fatores preponderantes.

“O empresário tem de pensar que o pizzaiolo de uma casa profissionalizada demora menos de dez minutos para fazer uma pizza, enquanto outro profissional, de um estabelecimento de fundo de quintal, de 13 a 15 minutos. Isso faz diferença”, conta.

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Foi pensando nisso que Elídio Biazini, da Dídio Pizza, investiu em um sistema para diminuir o período de produção do seu produto. Nas 21 unidades da rede, todos os pedidos são retransmitidos via computador para a cozinha e, assim, ele reduziu de 13 para oito minutos o tempo que vai da montagem da pizza ao produto assado dentro da caixa. “Estamos estruturados para realizar entregas num período de até 30 minutos”, conta Biazini.

Outra que investe pesado em serviço para manter a clientela fiel é a 1900, de Erik Mormo. Com seis unidades, a rede não tem, por exemplo, entregadores terceirizados. São todos funcionários contratados, com crachá, uniforme e treinamento. “Quando um cliente liga e faz um pedido, eu mando um entregador somente para ele. A gente não sai com dois, três, quatro pedidos diferentes de uma vez. Isso é para o produto chegar o mais fresco possível”, conta Mormo.

Segundo dados da consultoria Food Service Company, o investimento médio para o lançamento de um delivery de pizzaria, em São Paulo, chega a R$ 50 mil.

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