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Taxa de mortalidade das microfranquias cai de 15% para 8,4% em 2014

Assunto entrou na discussão com diretor da associação do setor durante o programa PME Entrevista

Daniel Fernandes, Estadão PME,

23 de março de 2015 | 07h19

Atrativas devido ao menor valor de investimento, as microfranquias ganharam muito espaço o País e também estão relacionadas a diversos problemas. Mas o investimento das redes para ajudar o franqueado na contratação de mão de obra e no próprio treinamento dos franqueados têm contribuído para a melhora do desempenho do segmento. Tanto que a taxa de mortalidade das microfranquias caiu de 15% em 2013 para 8,4% em 2014.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as microfranquias têm uma participação de 14,7% no setor. Das 2.942 redes, 433 têm o modelo que exige um investimento inicial até R$ 80 mil. Em 2013, esse número era de 384, o que mostra uma evolução de 12,8%. As microfranquias foi um dos assuntos discutidos pelo diretor-executivo da ABF, Ricardo Camargo, durante o programa PME Entrevista, que vai ao ar todo sábado na Rádio Estadão.

1º Bloco

Ricardo Camargo faz uma avaliação do setor de franquias, que movimentou R$ 127,33 bilhões no ano passado (Clique na imagem para ouvir a entrevista)

 

2º Bloco

As microfranquias e os negócios da moda entraram na discussão durante o segundo bloco. (Clique na imagem para ouvir a entrevista) 

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