Supermercados devem manter estabilidade nas vendas

Segundo a Abras, no 2º semestre os estabelecimentos terão crescimento semelhante ao dos primeiros meses do ano

ESTADÃO PME,

28 de julho de 2011 | 14h51

As vendas reais nos supermercados devem manter as taxas de crescimento semelhantes às observadas nos seis primeiros meses deste ano, na faixa dos 4,2% em relação a igual período de 2010. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras),  os efeitos das medidas do governo para desacelerar a atividade econômica vão afetar a demanda nos supermercados na segunda parte do ano, especialmente de itens de maior valor agregado.

De acordo com a Abras, a venda de itens da cesta básica continuará sendo impulsionada ao longo do ano pelo aumento da renda e do emprego, mesmo que num ritmo menor do que  o observado no ano passado. Segundo a associação, a segunda parte do ano apresenta melhor desempenho de vendas,  no entanto, a forte base de comparação com os resultados de 2010 podelimitar o avanço porcentual do faturamento dos supermercados.

A redução nos preços é outro fator que pode contribuir para a manutenção do crescimento das vendas. Segundo levantamento de preços da Abras, com 35 produtos considerados de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, medido pela GfK, os preços  dos itens acumulam queda de 2,55% entre janeiro e junho.

Tudo o que sabemos sobre:
VarejoVendasConsumo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.