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Baixista de Pitty fatura R$ 1,3 milhão vendendo tortas caseiras

Empresa Helpie nasceu da receita da mãe de um dos sócios e hoje mira na expansão por supermercados e lojas especializadas em congelados

Vivian Codogno, O Estado de S. Paulo

15 de setembro de 2016 | 06h00

Do forno de um apartamento compartilhado para uma cozinha industrial em um galpão de 300 m². Esse foi, em pouco mais de um ano, o salto que deu a empresa criada pelo então estudante de Relações Internacionais Felipe Rota, o músico Guilherme Almeida e sua prima Vitória Ferreira. A Helpie, fabricante de tortas com receita caseira, pretende fechar esse ano com um faturamento de R$ 1,3 milhão.

A fórmula milionária é da mãe de Felipe, que preparava e congelava as tortas para enviar para o filho, que vez ou outra as dividia com os colegas de trabalho.

"As tortas faziam muito sucesso", conta o empresário. "Levamos para vender uma primeira vez em um happy hour da empresa. Saímos de lá com 19 pedidos", relembra Rota. 

Foi quando Guilherme também decidiu colocar a mão na massa. Almeida se divide hoje entre a carreira de baixista da banda da cantora Pitty e a vida de empresário. Para ele, a aposta na roupagem caseira da marca é o principal apelo da Helpie. 

“Apostamos em variadas combinações de ingredientes e sabores, mantendo as características originais da receita. Sem adição de conservantes e com massas artesanais, fechadas à mão, nossas tortas se diferem dos demais produtos congelados disponíveis no mercado”, comenta. 

O foco da empresa, após passar pela conquista do público final, é estabelecer pontos de venda em redes voltadas para o público de classe média alta, como os supermercados St Marche, o Empório Santa Maria e, mais recentemente, a rede Pão de Açúcar. "Até o fim do ano, a perspectiva é desenvolver o varejo no Estado, para partir para outras áreas em 2017", conta Felipe. "O próximo passo é desenvolver uma linha para atacados e conveniências", adianta o empresário.

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