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Startup cria dispositivo que pretende conectar tudo o que você conhece à internet

Startup cria dispositivo que pretende conectar tudo o que você conhece à internet

Empreendedores já conseguiram arrecadar na internet US$ 342 mil de colaboradores online

Estadão PME,

23 de março de 2015 | 07h03

 Por um mundo onde todos os objetos possam estar conectado a internet e as pessoas possam acessá-los sem depender das grandes corporações de telecom e pagar muito por isso. Esta é a missão da startup Spark, da cidade de San Francisco (EUA).

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A empresa desenvolveu um aparelho que pretende oferecer tudo isso às pessoas. O Elektron, nome do dispositivo, é uma placa que contém um circuito e um chip comum de celular que, uma vez conectado a qualquer aparelho eletrônico, pode conectá-lo à internet.

O Elektron é uma peça importante no que diz respeito às pessoas - ou startups - fazerem este tipo de intervenção antes que as grande operadoras, como AT&T e Verizon, criem pacotes caros deixando a tecnologia restrita a poucos. Pelo menos este é o ponto de vista da Spark.

Além disso, a massificação deste tipo de aparelho no universo dos programadores, por exemplo, significaria o desenvolvimento deste campo da tecnologia da informação e, assim, poderia abrir portas para o surgimento de dispositivos que pudessem impactar no cotidiano das pessoas.

As aplicações do Elektron são inúmeras. No âmbito residencial, por exemplo, as pessoas poderiam controlar o sistema de iluminação das casas ou desligar aparelhos domésticos. Empreendedores, por outro lado, poderiam criar sistemas de medição, controle de produção, entre outras funções.

O termo utilizado para este tipo de tecnologia é o Internet of Things, ou Internet das Coisas. O modelo de negócio utilizado pela Spark neste empreendimento consiste em transformar a empresa e uma Operadora Móvel com Rede Virtual (MVNO, na sigla em inglês), ou seja, uma empresa que utiliza parte da estrutura de uma companhia de telecom para oferecer serviços de banda larga.

Dessa forma, o Elektron receberia o sinal de internet desta operação e conectaria o objeto à internet, ou pelo menos disponibilizaria suas funções para o manuseio via rede.

No Brasil, apesar do entusiasmo que existe entre as empresas multinacionais e o universo acadêmico, este tipo de tecnologia ainda engatinha e ainda deve demorar para se tornar algo concreto. Isso porque não existe uma legislação específica para regulamentar a conectividade aparelhos que não sejam os dispositivos móveis convencionais, como smartphones e tablets.

Para desenvolver comercialmente o Elektro, a Spark criou uma campanha de financiamento online no Kickstarter. Em pouco mais de dez dias do início, a empresa arrecadou US$ 342,7 mil. O objetivo inicial era de conseguir US$ 30 mil. 

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