Reprodução
Reprodução

Site negocia vaga em garagem de casa para quem quer economizar com estacionamento

Negócio acaba de ser lançado e espera faturar R$ 2 milhões a partir do segundo ano de atividade

Renato Jakitas, Estadão PME,

12 de setembro de 2013 | 07h30

Na cidade onde já se cobra até R$ 650 por uma vaga de mensalista em estacionamento, um grupo de empresários tenta emplacar uma alternativa de negócios a essa demanda. Liderado pelo publicitário Rodrigo Righetti, eles acabam de lançar um site que negocia espaços vazios nas garagens das casas para quem não tem onde estacionar o carro durante o horário comercial ou até fora dele.

::: Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

:: Google + ::

Com o nome de Garagem Fácil, o negócio surge com a proposta de, pelo menos no primeiro ano de atuação, não cobrar nem um centavo pelo serviço. A ideia é garantir uma base de pelo menos 500 mil vagas de estacionamento cadastradas para, a partir dai, fixar um preço pelo anúncio e lançar produtos para alavancar a divulgação, assim como disponibilizar no site espaços para anunciantes.

Em suma, o serviço funciona como um buscador simples, agregado ao Google Maps. Ao preencher o campo de buscas com o endereço completo onde se requisita um estacionamento, a ferramenta apresenta as opções de garagem no entorno, com os contatos do anunciante. Toda a negociação é conduzida, a partir dai, em contato direto com o dono da vaga.

"Levantamos 12,8 milhões de residências em São Paulo, para um cenário de cerca de 7 milhões de carros, sendo que 4 milhões deles utilizam o carro para trabalhar. Esse é o canário que trabalhamos inicialmente", conta Righetti que espera atingir principalmente os bairros do centro expandido de São Paulo. "Meu sócio passou dez anos na Inglaterra e lá teve contato com uma ideia parecida. Esperamos, no segunda ano de atuação, faturar até R$ 2 milhões", destaca o empresário, que estima um investimento de R$ 380 mil na operacionalização do site e, neste primeiro ano, R$ 10 mil por mês para manter na nuvem o banco de dados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.