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Site aposta na aproximação entre clientes e empresas e já fatura cerca de R$ 700 mil

Para criador do Fanbiz, estabelecimentos podem conquistar clientes fiéis com informações de sua rede social

Natalia Peixoto, Estadão PME,

19 de abril de 2012 | 06h39

 Redes sociais como Facebook e Twitter já se consolidaram como eficientes canais de entretenimento, notícias e até como plataforma de divulgação e venda de muitas empresas. E a fórmula de sucesso dessas redes está sendo explorada para o lançamento de projetos que permitem o compartilhamento de opinião e a integração entre os consumidores no mundo virtual e os estabelecimentos no mundo real. O Fanbiz, site que mistura guia de serviços, rede social e rede de ofertas, segue essa tendência.

De acordo Paulo César Garcia Júnior, criador e CEO do site, a rede tem a função de “abrir um canal” entre os estabelecimentos cadastrados e os usuários inscritos. “O objetivo é atrair o cliente que tenha o perfil do estabelecimento e fidelizá-lo. Fazer com que ele vá conhecer um lugar do seu estilo e volte lá sempre”, diz o empresário.

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A proposta do site é aproveitar as informações que os clientes preenchem na ficha cadastral e as opiniões que eles emitem sobre determinados estabelecimentos. Essas duas informações, aliadas aos dados das compras que eles realizam no BizzClub, site de vendas do grupo, permitem que o Fanbiz tenha um  pacote de informações para empresas que querem conhecer a fundo as características de quem frequenta seus estabelecimentos. Como recompensa, quem faz parte da rede tem a vantagem de receber ofertas de acordo com o seu perfil em seus estabelecimentos favoritos.

 

Para Garcia, esse filtro é o diferencial do negócio se comparado com as outras redes de oferta online. “Enquanto o foco da compra coletiva é vender o número máximo de cupons, não importando para quem seja, o Fanbiz quer fazer com que o cliente conheça o lugar que ele quer frequentar sempre, pagando o preço cheio”, esclarece. O empreendedor considera seu empreendimento “um clube de compras”. O conceito de "clube" é usado em referência ao acesso restrito a usuários selecionados de acordo com o foco dos estabelecimentos.

O Fanbiz, como rede social, tem acesso livre e permite que qualquer usuário faça um cadastro. Já o BizzClub, o site de vendas, está com o acesso livre para os usuários conhecerem o serviço. Em até dois meses, seu acesso será fechado e apenas internautas selecionados poderão usufruir de suas ofertas. “Existe um número máximo de usuários que vão fazer parte desse clube, e uma fila será criada com os interessados, que entrarão assim que abrir vaga”, explica Garcia. O site será reformulado e a nova cara entrará no ar junto com a mudança no acesso do BizzClub.

Com faturamento mensal aproximado entre R$ 500 mil e R$700 mil, a empresa criada no fim de 2011 cresce cerca de 40% ao mês, mas a meta é atingir os 100%. Para isso, Garcia investe na formação da equipe. “A gente foi no mercado e pegou os melhores em cada área. Não adianta tentar criar uma experiência legal para o usuário e não ter como oferecer isso”, justifica.

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