JB Neto/Estadão
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Sinuca e petiscos para atrair os consumidores

Bahrem, Tati Snooker e Atlanta apostam na combinação bar e mesas de sinuca

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME,

19 de dezembro de 2012 | 16h05

A trilha sonora, a qualidade das mesas, dos tacos e um bom petisco acompanhado por uma bebidinha. Esses são requisitos fundamentais que devem ser atendidos pelo empreendedor que pretende abrir um bar especializado em sinuca. O empresário Ricardo Inocêncio da Silva, hoje com 52 anos, apostou nessa fórmula e abriu o Atlanta Snooker Bar. O estabelecimento funciona há quase 20 anos no bairro da Lapa, em São Paulo.

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“Eu sou formado em economia, trabalhava em uma empresa, mas resolvi abrir meu próprio negócio. Achei o snooker bar interessante para criar uma tradição. Foi questão de oportunidade”, explica Silva. Desde a inauguração, o local passou por duas ampliações até chegar as 27 mesas atuais – o uso delas representa 50% do faturamento do empreendimento. “É um lugar para lazer, não fazemos competições”, explica o empresário.

Inaugurado há 40 anos, o Tati Snooker Show funciona na Vila Nova Conceição. “É um espaço para integração de pessoas”, explica um dos sócios, Edmilson Dias da Silva. Frequentam o estabelecimento, em dias de semana, cerca de 100 clientes, mas o movimento chega a dobrar nos fins de semana. Assim como os concorrentes, o local registrou queda no movimento com a entrada em vigor das leis antifumo e seca. Mas pouco a pouco o bar recupera a clientela.

Outro empresário que apostou no ramo é Amarildo Duarte, que abriu o Bahrem Snooker Bar. A ideia surgiu para que ele pudesse diversificar seus negócios, afinal, possui experiência no segmento de restaurantes. “Além do consumo do bar, tem o ganho adicional com as mesas.”

Com um investimento inicial de R$ 700 mil, o local recebe entre 3 e 4 mil pessoas todos os meses. Como dica para quem pensa em empreender no setor, Duarte aconselha cuidado especial com as porções servidas. “É preciso oferecer comidas práticas porque o cliente quer ficar petiscando e jogando. Até contratei um profissional que fazia pastel na feira para trabalhar aqui.” 

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