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Shopping também é lugar de fazer massagem

Clínica Oriental está presente em sete centros de compras e pretende expandir para mais regiões em 2013

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME,

21 de agosto de 2012 | 12h00

Instalar clínicas de massagem nos shoppings foi a estratégia usada pelo Grupo Oriental para atender uma demanda crescente pelo serviço, inclusive nos fins de semana, e tornar a terapia cada vez mais conhecida. Hoje, a clínica está presente em sete centros de compras da Grande São Paulo, além de unidade no Jabaquara.

E justamente o padrão de qualidade responsável pelo crescimento das clínicas restringe a expansão para outras cidades. Isso porque os profissionais contratados para execução das massagens são todos formados na Escola Oriental de Massagem e Acupuntura (Eoma) em São Paulo, também do mesmo grupo.

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"Recebemos pedidos de franquias de outras cidades, mas o grupo não abre mão da qualidade e só contrata profissionais formados na escola. Por isso, não temos como abrir para Recife, por exemplo", explica o diretor administrativo comercial do Grupo Oriental, Fernando Bernardo, 41 anos.

A primeira Clínica Oriental foi inaugurada em 1978 por Tadamichi Yamada. Em 1994, o filho Tadamassa Yamada assumiu o comando da empresa com uma visão mais ampla do mercado e começou a expandir o atendimento. A primeira clínica foi instalada em um shopping de Guarulhos, mas no formato de quiosque. "Percebemos uma demanda de pessoas não queriam se expor e gostariam de um lugar com mais privacidade", lembra Bernardo.

Desde então, as clínicas foram inauguradas com espaços mais reservados nos shoppings Morumbi, Ibirapuera, Anália Franco, Top Center Paulista, Park Shopping São Caetano, Internacional Shopping de Guarulhos e Shopping Center Light. A meta é marcar presença em todas as regiões de São Paulo. "Ainda faltam as zonas oeste e norte", afirma o diretor com planos de abrir mais duas clínicas no ano que vem.

Entre as opções oferecidas nas clínicas, as mais procuradas são reflexologia (pressão em pontos nos pés), shiatsu (pressão em pontos específicos) e anmá (movimentos de deslizamento, pressão e amassamento). No começo, a maioria dos clientes procuravam a clínica com dores, por necessidade. Hoje, á situação é outra. "É um público bem mesclado. As pessoas buscam tratamento e também a prevenção", afirma Bernardo.

Crescimento

Outro mercado atendido pelo grupo é o corporativo. Instituições financeiras, hospitais, supermercados e laboratórios contratam os profissionais da clínica para os programas de qualidade de vida. Atualmente, 40% do faturamento vem do atendimento nas empresas. Os outros 60% são de clientes pessoa física. Em 2011, a empresa cresceu 12% e espera pelo menos repetir o desempenho do ano passado.

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