Setor de consumo é promissor para novos negócios; confira dicas para empreender

Distribuição é ponto de atenção para o empreendedor da área

ESTADÃO PME,

07 de novembro de 2013 | 06h40

 

A taxa de desemprego e o aumento da renda no Brasil refletem em um maior poder de compra dos brasileiros. Por isso, o consumo também é apontado pela Endeavor como um setor promissor para investimento dos empreendedores.

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Para quem tem interesse no setor, o gerente de busca e seleção da Endeavor, Luiz Manzano, lembra que a venda para empresas é mais racional: a contratação é feita para aumentar as vendas ou diminuir custos. Mas quando a empresa lida com o consumidor, não se pode esquecer que ele tem emoções e compra por impulso.

Por isso, Manzano destaca a importância de entender bem que é o público-alvo. Ao ser específico, mais rápida é a experimentação e, se o produto for bom, mais rápido será o crescimento e a retenção do cliente. "É preciso ter a sensibilidade de lidar com o consumidor final. Ainda mais no mundo de hoje, que o consumidor está conectado. É importante se preocupar com a cadeia de fornecedores para fazer o melhor produto. Transparência é uma boa palavra. A empresa que se preocupar em fazer bem feito, do jeito certo, com boa distribuição e estratégia de marketing, acaba vencendo", afirma Manzano.

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Outro ponto de atenção para o empreendedor do setor de consumo é a distribuição. "Não necessariamente o melhor produto é o vencedor. O melhor é muito relativo. O melhor é o que resolve o problema do cliente", diz. E quando Manzano fala sobre consumo, ele cita exemplos bem-sucedidos em diversas áreas, desde alimentação como o Spoleto, até produtos relacionados ao sonho da casa própria e a compra de produtos para o lar.

:: Confira um vídeo com a história do Spoleto ::

O gerente da Endeavor também aponta a rede de lojas de construção ABC, de Minas Gerais, onde os vendedores podem visitar as obras para ajudar na indicação de produtos de acordo com as necessidades do cliente.

O professor de empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa, também aponta que as soluções que tragam conveniência para o consumidor serão cada vez mais valorizadas pelas pessoas que têm menos tempo. Entre os exemplos, ele cita a empresa Bóia Fria, que vende alimentos congelados, e o Empório da Papinha, que vende o produto pronto.

Nakagawa também destaca soluções de e-commerce, que tendem a ser cada vez mais especializados e incluem serviços, como o Vai Moto que conecta motoboys e usuários, e o Disk Manicure, de serviços de manicure e pedicure na casa da cliente.

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