Após uma viagem para a Índia, Clélia Angelon decidiu importar a henna
Após uma viagem para a Índia, Clélia Angelon decidiu importar a henna

Serviços de estética são relevantes para o cliente; entenda os motivos

Empreendedores que participarão do segundo módulo prometem revelar o que é preciso fazer para prosperar

ESTADÃO PME,

16 de março de 2015 | 07h03

Quando os conceitos de beleza e saúde se encontram, surge um nicho de mercado fértil para quem deseja empreender na área. Fatores como o crescimento e a consolidação da classe média no País colocaram os cuidados com a estética na lista de gastos fixos de grande parte da população brasileira. E mesmo em períodos em que parte das pessoas busca cortar gastos, o mercado da beleza parece manter o fôlego. 

O empresário Gustavo Albanesi, proprietário do Buddha Spa e participante do 2º módulo do 12º Encontro PME, confirma essa tendência e garante que os últimos anos foram determinantes para a expansão do seu negócio, que virou franquia e conta com loja online.

Albanesi decidiu investir em um negócio de terapias corporais em 2001, quando ainda trabalhava como analista financeiro. “Em 2008, resolvi me dedicar exclusivamente ao spa, então com três unidades. Esse período foi de crescimento e maturação do mercado de beleza. Nos últimos 10 anos, a população ampliou a preocupação com a qualidade de vida”, explica o empresário. 

“Quando começamos, o Buddha era direcionado a terapias e com o tempo ampliamos para muito além da saúde”, relembra Albanesi. Hoje, o forte do Buddha Spa continua sendo tratamentos como massagens corporais e alongamentos, mas serviços como drenagem linfática, massagens modeladoras e limpeza de pele apresentam grande procura dos clientes.

O empresário explica ainda que direcionar o atendimento para as classes A e B auxiliou o crescimento da empresa. “Meu negócio é voltado para um público com pouca elasticidade social. São homens (45% do total) e mulheres que buscam o tempo todo formas de melhorar a qualidade de vida por meio da saúde”, analisa Albanesi.

A empresária Clélia Angelon, proprietária da marca de cosméticos Surya e que também participará do evento, concorda com Albanesi. Há sete anos, ela decidiu materializar o conceito dos produtos que fabrica e comercializa, feitos sem componentes derivados de animais em sua composição, e criou o Espaço Surya Brasil, spa que tem como foco tratamentos capilares envolvendo a henna, tintura em pó natural pouco utilizada em salões de beleza convencionais. 

“Em uma ida à Índia, conheci a henna e decidi importar. De cara foi um sucesso, mas eu precisava de um ideal que me movesse. Não queria apenas trabalhar para sobreviver. Foi quando decidi levantar a bandeira da ética e abrir uma empresa vegana. Convidei minha filha, então com 18 anos, para trabalhar comigo, e fundamos a Surya.” 

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