Sensação no Vale do Silício, Slack quer acabar com o e-mail tradicional

Ferramenta de comunicação corporativa já rendeu US$ 12 milhões em um ano

Estadão PME,

19 de fevereiro de 2015 | 07h11

 

A startup mais quente do Vale do Silício (EUA) quer acabar com o serviço de e-mail tal qual o conhecemos. Há um ano, os responsáveis pela criação do Flickr apresentaram ao mercado o Slack, uma plataforma de comunicação corporativa que integra mensagens instantâneas e redes sociais entre empresas e seus fornecedores.

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Sob o slogan de "fique menos ocupado", a aplicação caiu logo no gosto das companhias da região e hoje fatura US$ 12 milhões com uma base de 500 mil usuários. Para desenvolver a ferramenta, a empresa recebeu um aporte de US$ 120 milhões de um fundo de investimentos.

A grande atração do Slack é que ele permite ao usuário verificar em uma mesma tela informações sobre funcionários e empresas que fazem parte da cadeia de suprimentos do usuário provenientes de diversas fontes, sobretudo Facebook, Twitter e Linkein.

Os demais competidores neste segmento que possuem a mesma proposta - como HipChat, Flowdock e Campfire - estão a mais tempo no mercado e não conseguiram criar o mesmo nível de interatividade que o Slack, afirma Stewart Butterfield, criador da ferramenta.

"Até o momento, talvez a maioria das empresas da Bay Area usem o Slack por ter uma interface mais simples e direta, ao contrário de outros competidores. Nossa meta é ser uma empresa pequena mas que aproveite todas as oportunidades do mercado", disse ao site Fast Company. 

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