Saudades das máquinas de escrever? Startup pretende colocá-las de volta no mercado

Hemingwrite promete foco aos usuários que pretendem escrever

ESTADÃO PME,

12 de dezembro de 2014 | 19h02

Uma máquina de escrever com tela digital, teclado mecânico e que compartilha arquivos na internet por wi-fi. Esta é a Hemingwrite, espécie de máquina de escrever conectada que pode chegar ao mercado para arrebatar o coração dos saudosistas e acalentar colecionadores.

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Em tempos de computadores cada vez mais potentes e velozes, pode parecer uma insanidade projetar e querer vender um equipamento desses. No entanto, se olharmos para o valor arrecadado pela empresa no site de financiamento coletivo Kickstarter, a percepção sobre a sorte do produto pode mudar.

Em pouco menos de dois meses, quando começou a campanha no site, o projeto já arrecadou US$ 236 mil de uma meta de US$ 250 mil. Foram até hoje 665 investidores. O nome do aparelho foi inspirado nas famosas máquinas de escrever Hemingway, tida como referência na época em que a ferramenta para escrever era popular.

Para a empresa, que claramente aposta em atingir um mercado de nicho com a Hemingwrite, o projeto trás um diferencial bastante interessante com relação aos seus concorrentes notebooks e tablets: por serem dispositivos multi-tarefa, eles podem facilmente distrair a atenção do usuário que pretende escrever um texto. 

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