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Kamura faz uma análise interessante do setor
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Salões de beleza: como diversificar em um mercado abarrotado de opções

Entenda como obter relevância no segmento

ESTADÃO PME,

16 de março de 2015 | 07h05

 Diversificar em um mercado abarrotado de opções semelhantes é uma questão de sobrevivência para quem trabalha com salões de beleza no Brasil. Lavagens caprichadas, cortes exclusivos e finalizações com produtos importados não bastam para atrair a atenção de novos clientes e manter fiéis aqueles que frequentam de forma esporádica. É preciso ir além.

O cabeleireiro Celso Kamura, conhecido por cuidar das madeixas de personalidades como a senadora Marta Suplicy, a apresentadora Ana Hickmann e, mais recentemente, da presidente Dilma Rousseff, vive o constante desafio de se reinventar. Além dos três salões tradicionais que mantém com seu nome, um em parceria com a apresentadora Angélica, Celso investe agora em um espaço de “beleza express” e em uma linha de maquiagens.

“Acredito que este ano teremos momentos de reflexão e de expansão ao mesmo tempo. Com salão de beleza é difícil ganhar dinheiro, é preciso trabalhar muito e fazer tudo direitinho. Agora, minha direção está voltada para o que está acontecendo com aquilo que já construí”, explica.

Para Kamura, é essencial que o movimento seja constante para aqueles que desejam entrar no mercado da beleza e sua aposta é no fortalecimento do conceito de beleza rápida, voltado para o cotidiano. “Meu principal esforço agora é formar e fortalecer minha equipe. Vejo muito futuro no salão express, por isso, tenho me dedicado a ele. Acredito que toda mulher tenha o direito e a necessidade de ficar bem todos os dias, de uma forma mais street.”

A reinvenção, aliás, foi o ponto de partida para o empresário Gilles Maciel quando ele decidiu abrir a Barbearia Barba Negra, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O atendimento no local segue os padrões das antigas barbearias, com toalhas quentes e navalhas – o espaço conta ainda com um bar, aberto ao público em geral. 

“Agregamos o novo e preservamos o antigo. Não queríamos abrir um salão de modelo feminino para homens. A ideia é resgatar esse ponto de encontro que eram as barbearias mais clássicas, onde os homens falam sobre futebol, política e negócios. As barbearias perderam um pouco dessa identidade e os homens ficaram relegados a salões unissex ou a barbeiros menores, de bairro”, explica.

O empresário garante conseguir atingir um público pouco explorado, formado por homens que desejam cuidar da aparência. Mas Gilles sabe: “Ainda temos um longo caminho de expansão para percorrer.”

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