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Rede social para viajantes pretende faturar R$ 800 mil até o final do ano que vem

Usuário pode construir um caderno virtual, que depois pode ser mandado para impressão

Renato Jakitas, Estadão PME,

24 de setembro de 2014 | 16h30

Iniciar uma rede social de viagens não chega a ser novidade na internet, mas a empreitada do mineiro Mariano Santos, a Whisgo, que começou a operar neste ano, propõe algumas novidades por já nascer com um modelo de negócios mais ou menos bem definido. 

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Além da cotidiana troca de informações sobre destinos e roteiros turísticos entre os usuários, o site permite que o cadastrado construa cadernos virtuais de viagens, com fotos, textos, informações turísticas e por aí vai. Depois de concluído, o material pode ser mandado para a impressão, em uma gráfica parceira da Whisgo. O preço da impressão de um caderno com 40 páginas sai por R$ 25. Com capa dura, o preço chega a R$ 30.

Outra possibilidade de receita é a venda de espaços para conteúdo patrocinado para agências de viagens ou até mesmo empresas aéreas. Se essa estratégia der certo, a expectativa de faturamento de Mariano Santos é de R$ 800 mil até o final do ano que vem. 

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