Robson Fernandjes/Estadão
Robson Fernandjes/Estadão

Rede de moda íntima vai adotar o formato de franquias para crescer. Mas com muita calma

Any Any vai começar expansão este ano

Gisele Tamamar, Estadão PME,

31 de janeiro de 2014 | 06h58

“Chegou um ponto que não dá para fugir”. Foi assim que o empresário Viktor Ljubtschenko, sócio-proprietário da rede de lojas de moda íntima Any Any, definiu a entrada da marca no sistema de franquias. O assédio do consumidor, dos superintendentes de shoppings e o planejamento elaborado convenceram o empresário a iniciar o plano de expansão por esse modelo a partir de 2014.

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Atualmente, a rede tem 47 lojas em Brasília e no Estado de São Paulo e pretende abrir mais três unidades próprias este ano. No caso das franquias, a projeção ainda é tímida: iniciar entre cinco e dez unidades. “Faz um ano que estamos colocando no papel. Queremos aprender a trabalhar franquia”, conta Ljubtschenko.

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Sucesso depois de resistir muito

A marca foi criada pelo empresário em 1994. “Eu tinha uma rede de moda feminina, mas quando os coreanos entraram no mercado comecei a procurar outro foco e passei para lingerie. Quis fazer a Victoria’s Secret tupiniquim.”

O interesse de possíveis investidores em franquias da marca foi percebido no canal de atendimento ao consumidor. Ao fazer uma pesquisa no SAC, foram identificadas mais de mil consultas espontâneas em três anos. “Não estimulamos. A marca tem um nome forte e estamos com uma boa experiência com multimarcas. Minha preocupação é ser bem profissional e atender bem o franqueado. Queremos sustentação.” 

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