Nacho Doce/Reuters
Nacho Doce/Reuters

R$ 1 milhão para ser sócio de Pelé

Ex-jogador busca franqueados para a expansão de sua rede de academias para dentro e também para fora do País

Renato Jakitas, Estadão PME,

13 de junho de 2012 | 17h52

Gênio dentro de campo, fora dele Pelé se tornou especialista em fazer dinheiro gerenciando com maestria a própria imagem. Nesta quarta-feira, 13, o ex-jogador de futebol esteve na feira de franquias organizada pela ABF em São Paulo, distribuiu autógrafos, sorrisos e, mais uma vez, colocou o rosto e o nome em função de um empreendimento comercial, no caso, a academia Pelé Club, que a partir de agora promete dar curso a um ambicioso processo de expansão.

::: Siga o Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

:: Google + ::

Ao lado do sócio André Figer, presidente do grupo Figer, o homem que para muitos é o maior da história do esporte bretão quer ver sua marca fitness crescer dentro e fora do Brasil. Para tanto, busca por sócios, ou melhor, franqueados. Para tomarem parte no negócio, a informação divulgada na quarta-feira era de que era preciso investir R$ 2 milhões por unidade lançada, 40% desse dinheiro com destino à aquisição dos esquipamentos que integrarão a academia. Nesta quinta-feira, 14, o número foi retificado por representantes da empresa, que informaram que o valor correto é de R$ 1 milhão.

Atualmente a rede Pelé Club tem três academias, duas em Minas Gerais (Belo Horizonte e Uberlândia) e outra na capital paulista. Mas até 2013, a marca pretende abrir cinco novas unidades em cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes.

Também está no horizonte da rede de academias um ousado plano de internacionalização, estratégia que, segundo os empresários, deve sair do papel até o ano que vem. Estão na mira da Pelé Club os mercados da China, Japão, Portugal, Inglaterra, México, Estados Unidos, Canadá, Chile, Colômbia, África do Sul e Angola.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.