Hélvio Romero/Estadão
Hélvio Romero/Estadão

Programa acelerador de startups que já garantiu R$ 18 milhões de investimentos abre novas vagas

Interesse da entidade está em negócios voltados para as áreas da saúde, educação, entre outras

ESTADÃO PME,

02 de maio de 2013 | 15h00

 A Artemisia abriu inscrições para a segunda turma de 2013 da Aceleradora de Impacto, iniciativa voltada para empreendedores com negócios sociais - empresas que visam o lucro, claro, mas que obrigatoriamente desenvolveram algo capaz de ajudar a melhorar a sociedade em que estão inseridas. O programa pretende potencializar o impacto social e a geração de lucro dessas startups e recebe inscrições até 19 de maio.

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As inscrições são gratuitas e os interessados deverão preencher um formulário no site da Artemisia e, após avaliação, os pré-selecionados serão chamados para entrevistas e análise dos modelos de negócios apresentados. O programa deve começar em julho.

Nessa etapa, a seleção tem foco em áreas como saúde, educação, soluções financeiras, tecnologias assistivas e habitação.

O programa. De acordo com a entidade, desde 2006, participaram da Aceleradora de Impacto 26 startups de 11 cidades brasileiras diferentes. Juntos, esses negócios receberam mais de R$ 18 milhões de investimentos.

De acordo com Marcelo Nakagawa, professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, há empresas atualmente que não estão preocupadas apenas em ganhar dinheiro. Elas também pretendem contribuir para a construção de um mundo melhor.

Nakagawa participou recentemente do AshokaU Exchange – trata-se de uma reunião anual de empreendedores e educadores que acreditam no empreendedorismo social e que ocorreu na Califórnia. “Conheci muita gente incrível”, afirma. “Desde uma estudante de 21 anos que inventou um painel solar que também filtra água – já utilizado em países na África (Roseicollis Technologies) até Marc Freedman, um dos mais reconhecidos empreendedores sociais dos Estados Unidos e que fundou a Encore.org, organização que ajuda a pessoa em sua segunda fase da vida (mais velha) a encontrar um trabalho que reúna significado pessoal, renda continuada e impacto social”, conclui.

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