Joaquin Presas é um dos responsáveis pela Coldstone no Brasil
Joaquin Presas é um dos responsáveis pela Coldstone no Brasil

Potencial brasileiro no caso dos sorvetes chamou a atenção dos norte-americanos

Coldstone planeja chegar a 30 unidades no Brasil até 2017

Estadão PME,

27 de outubro de 2015 | 07h09

A intenção do empresário Joaquin Presas e do seu sócio era montar uma pequena marca de sorvetes em Curitiba. Mas aí eles visitaram a Argentina e conheceram a tradicionalíssima Freddo. Passaram então pelos Estados Unidos e se “esbaldaram” na Itália. “O que era um projeto pequeno virou trazer uma marca norte-americana para o Brasil”, conta Presas, um dos responsáveis pela operação da Coldstone no Brasil. Hoje, a rede já conta com sete lojas, cinco em Curitiba e duas em São Paulo, e planeja chegar a 30 unidades até o fim de 2017.

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Segundo o empresário, o segmento brasileiro de sorvetes nunca foi pequeno, mas era diferente do que acontecia no exterior. “O consumo em comparação com o café e hambúrguer estava abaixo das médias mundiais e enxergamos um potencial no setor de sorvetes um pouco mais qualificado. Mostramos os número do mercado brasileiro e os americanos se impressionaram”, disse.

A marca, conhecida pelas milhares de combinações proporcionadas pelos sabores e coberturas, entretanto, ainda não abriu nenhuma loja este ano e está com dificuldades para desenhar um cenário para o primeiro semestre de 2016. “É de incerteza. Estamos dando uma segurada (na expansão). A possibilidade de coisas negativas acaba gerando, no mínimo, uma ausência de coisas positivas”, disse. Presas afirmou ainda durante o encontro que não enxerga uma melhora no próximo ano.

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“Mas provavelmente vamos ter de aumentar nossa rede. Cada loja é uma unidade produtora e abrir um ponto não é tão insignificante assim. Por sorte, todos os pontos que a gente tem estão retomando as vendas e começam a apresentar números de 2014. Mês que vem devemos faturar um pouco a mais. Existe um cenário interessante e desafiador”, destacou.

Presas empreende desde os 17 anos e também é professor universitário há 18. “Aprendi que para ser dono de empresa precisa ser um bom empregado. Eu não me vejo de outra forma. Empreender tem que fazer parte da pessoa. Você vai sentir rapidamente se você foi feito para isso ou não”, afirmou ele durante o primeiro módulo.

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