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Pipoca, doces, cafés e até carnes. A febre gourmet acertou em cheio o empreendedorismo

Empresas atuam em segmentos específicos e conquistam clientes com suas propostas de negócios

Estadão PME,

08 de janeiro de 2014 | 06h30

Virou moda. Uma série de negócios apostam em alimentos e bebidas vendidos como gourmet e, com essa proposta, já conseguem bons resultados. Segundo empreendedores que seguem esse caminho, a atuação em nichos e a oferta de produtos especiais e diferentes atraem os clientes. 

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Um exemplo é a pipoca. Assim como aconteceu com brigadeiros e outros alimentos recentemente, pode ter chegado a hora da pipoca gourmet estourar – o tradicional produto agora é apresentado ao consumidor com sofisticação e sabores diferentes.

Uma empresa que atua com esse produto é a Pipó, que nasceu em setembro de 2013 em São Paulo e oferece seis sabores de pipocas salgadas e doces – os produtos são vendidos em latas e estão prontos para o consumo.

Os preços variam de R$ 22 a R$ 26. No Rio Grande do Sul, a Gourmet Popcorn já pode ser chamada de rede – são cinco lojas e quiosques que oferecem aos consumidores, por exemplo, a pipoca de doce de leite com coco. A proposta da marca foi inspirada em negócios similares nos Estados Unidos e os sócios investiram cerca de R$ 50 mil em equipamentos. Confira outros exemplos que demonstram a febre do empreendedorismo gourmet no País.

Doces. Depois de 30 anos trabalhando na mesma empresa, o marido de Cátia Farias perdeu o emprego e tentou abrir sua empresa própria. Mas o negócio não deu certo. A família perdeu tudo, até o apartamento e Cátia, que sempre fora dona de casa e tinha experiência na cozinha desde criança, resolveu apostar no que sabia fazer. Eles conseguiram levantar uma quantia de R$ 50 mil e abriram em 2011, em São Paulo, a Bendito Quindim, loja especializada em quindins e brigadeiros.

Cafés. Já empreendedores mineiros investem no café gourmet para atrair o consumidor mais exigente. O Café Santa Monica, que antes só fornecia o produto para restaurantes, padarias e cafeterias, passou a trabalhar este ano com embalagens menores e venda em empórios. 

Carnes. O empreendedor Ricardo Gabriel tem experiência em carnes, que trouxe de negócios da família. Ele decidiu seguir o mesmo caminho, mas com um foco diferenciado. Montou o Prime Beef, em Moema, na capital paulista. A loja enquadra-se no que o mercado convencionou chamar de açougue gourmet ou butique de carne.

A aposta em cortes especiais e também na importação de produtos deu resultado – o negócio já ocupa um imóvel maior em relação ao início do empreendimento, cerca de cinco anos atrás, e Gabriel estrutura o crescimento da empresa por meio de franquias.

Além da venda direta ao consumidor, o Prime Beef também organiza cursos que ensinam a preparar o churrasco. "Tivemos alunos que gostaram tanto que abriram suas lojas próprias", conta.

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