Vacina deve entrar em fase de testes em humanos em 2017
Vacina deve entrar em fase de testes em humanos em 2017

Pesquisador cria vacina aplicada como um curativo

Produto deve entrar em fase de testes em humanos até 2017

Estadão PME,

07 de maio de 2015 | 07h02

Para aqueles que se sentem aterrorizados com a possibilidade de ter o braço invadido por uma agulha no momento da vacinação contra alguma doença, há uma luz no fim do túnel para aliviar este tormento. O pesquisador norte-americano Mark Prausnitz acredita que o futuro para a técnica é "picar" o paciente com cem agulhas de uma vez.

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Mas não é tão terrível quanto parece. O pesquisador desenvolveu um tipo de vacina que pode ser aplicada de forma tão simples quanto colocar um curativo no braço.

Pela fórmula de Prausnitz, com uma fração de milímetro, 100 microagulhas podem ser aplicadas de uma vez em pacientes contra gripe, rubéola, sarampo e outras doenças.

A partir de um coquetel de açúcar, vacina e um polímero que mantém as agulhas estáveis no corpo, cada "retalho" com o antídoto tem uma dose de vacina. Para aplicar, basta fixar na pele de alguém como um adesivo. Em contato com a pele, a picada é indolor e a vacina se dissolve no corpo do paciente. Após 20 minutos, pode ser removida e o paciente está completamente vacinado.

Os adesivos não demandam treinamento para serem aplicados, não precisam de refrigeração e seu custo estimado não deve ser maior do que as vacinas tradicionais. No caso da rubéola, fica em torno de US$ 1,30 por dose.

Por todas essas vantagens, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos, junto com a fundação Bill and Melinda Gates, pretende investir em pesquisas do protótipo em humanos até 2017, com o intuito de implementar a técnica para vacinas contra rubéola.

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