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Pesquisa revela o motivo pelo qual consultórios de médicos e dentistas só têm revistas velhas

Professor de universidade da Nova Zelândia sugere que publicações atuais são as que mais somem

ESTADÃO PME,

16 de dezembro de 2014 | 14h26

Estudo conduzido por um professor da Nova Zelândia pretende provar que médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais que atuam em sua própria sala comercial se preocupam com as revistas que são fornecidas para leitura na recepção, ainda que possa parecer o contrário pelo fato de as publicações geralmente serem antigas.

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Bruce Arroll, da Universidade de Auckland, diz que isso acontece porque as pessoas têm uma tendência ao furto quando percebem que a revista ou jornal são atuais. Ele comprou 87 revistas variadas e, após 31 dias, 41 delas (ou 47%) haviam desaparecido. Das que sumiram, mais da metade eram publicações recentes.

Separando o teste por tema, verificou-se que revistas de fofocas são 14 vezes mais propensas a desaparecer a qualquer momento que revistas de outyros gêneros. Revistas mais sisudas, como Time e The Economist, não tinham desaparecido até o final do estudo.

A conclusão do professor sugere que os profissionais já perceberam este comportamento e estão preocupados em perder dinheiro com assinaturas de revistas e jornais que serão furtados por aqueles que visitam seus escritórios.

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