Wilton Junior
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Startups são as queridinhas, mas investidor brasileiro ainda é tímido

Estudo revela também que quem investe em capital de risco no país aposta pouco e prefere diversificar portfólio

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2017 | 08h35

Mais de 40% dos investidores brasileiros procuram oportunidade nos segmentos de startups de finanças (fintech), saúde (health care) e agricultura (agritechs), mas apostam baixo. Foi a essa conclusão do levantamento feito pela Triple Seven Investments, grupo de investimento em startups. 

O levantamento revela que 51% dos investidores estão dispostos a injetar até R$ 100 mil nessas empresas e preferem diversificar os aportes. A pesquisa, realizada em maio, ouviu  121 investidores do país.  De acordo com a pesquisa, o interesse em investir é significativo: 59% já dedicaram capital a essa finalidade nos últimos dois anos e continuam em busca de oportunidades, enquanto 41% têm a intenção de fazê-lo.

 

Apesar do interesse em investir em startups, dizem os organizadores da pesquisa, ainda há receio por parte dos investidores em colocar maiores quantias nas startups, valores estes que podem não ser suficientes para que elas cresçam ao ponto de se tornarem atrativas para futuros rounds de investimento.

 

Quem pretende começar com aportes em startups, ou mesmo aqueles que procuram diversificar seu portfólio, devem buscar suporte em alguma entidade, como incubadoras, aceleradoras, investidores-anjo e grupos especializados, para aumentar suas chances de sucesso.

 

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