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Pequenos procuram driblar pessimismo e se preparam para faturar com a Copa

Brindes corporativos e presentes para turistas são segmentos promissores

Rodrigo Rezende, Estadão PME,

20 de março de 2014 | 07h29

Pequenas empresas pretendem aumentar seu faturamento devido à demanda que cresce motivada pela Copa do Mundo de futebol, evento que será realizado daqui a poucas semanas no Brasil. As apostas são em brindes corporativos, presentes e até mesmo pratos típicos de outros países.

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A Fantastic Brindes, de São Paulo, oferece até 30 produtos para empresas montarem kits de brindes para seus funcionários. O material inclui sacola, cornetas e canecas, entre outros. "Produtos direcionados para copa têm venda muito boa, investi muito, muitos me achavam louco, mas deu resultado", afirma o proprietário Rubens Lorenzetti. O faturamento mensal que era de R$ 150 mil em julho do ano passado saltou para R$ 440 em janeiro.

O empresário conta que, em 2013, aplicou R$ 100 mil em marketing e R$ 140 mil em moldes de novos produtos. Os itens relacionados à copa têm contribuído também para a empresa atrair os clientes a comprarem outros itens que a empresa oferece.

Quem também espera se dar bem é Anneliese Lukine, dona da Sampa in Stampa, que fabrica produtos com o tema Brasil, como camisetas, bonés, toalhas e canecas. A empresa venderá itens licenciados. "Esperamos crescer 15% neste ano", revela. O faturamento no ano passado foi perto de R$ 430 mil.

Outro segmento em que é possível aumentar o faturamento é o de alimentos. Em Moema, o restaurante Piadina Tree, especializado no prato típico italiano piadina, espécie de sanduíche que remete à época do império romano, está reformulando seu cardápio e pretende incluir sabores novos, com ingredientes que remetam aos países que estarão na Copa.

Atualmente, o menu da casa conta com 38 sabores. Segundo Eduardo Casagrande, um dos sócios, o estabelecimento vende cerca de 400 refeições por dia (o desembolso é de R$ 35), e oferecer opções temáticas do prato poderá atrair os clientes. "Precisamos ver como vai ser, pois nos dias de jogos o movimento pode não ser tão bom", diz.

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