Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Paixão e cautela são os combustíveis para o sucesso, dizem empresários

Renata Frioli, fundadora do Bolo à Toa, e Jorge Bitar Neto, da Helimarte, abrem a manhã de debates do 5ª Encontro PME, que acontece nesta quinta, em São Paulo

Estadão PME,

06 de junho de 2013 | 09h49

A paixão pelo negócio somada a uma boa dose de cautela são para Renata Frioli, fundadora do Bolo à Toa, e Jorge Bitar Neto, da Helimarte, os combustíveis para o sucesso experimentado por ambos em seus respectivos negócios.

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Eles participaram na manhã desta quinta-feira, 6, da quinta edição do Encontro PME, que além dos dois empresários reúne nomes como Luiza Trajano, do Magazine Luiza e Sebastião Rosa, da rede Imaginarium, para um debate sobre os desafios de empreender com sucesso no País.

"Como boa filha de mineiros, sempre tive paixão por fazer bolos. Sentia a necessidade de uma loja com estilo do interior em São Paulo. Então adaptei as receitas de minha vó e acreditei em meu negócio", lembrou Renata, montou a primeira unidade da Bolo à Toa no final de 2011 em Pinheiros e, neste momento, prepara o lançamento da segunda loja, prevista para inaugurar em julho, no bairro do Itaim Bibi.

De certa forma, o impulso iniciar de Renata guarda semelhanças com o de Jorge Bitar, que por não ver opções de crescimento no no posto de gasolina do pai, resolveu estudar pilotagem de helicópteros e acabou se apaixonando pelo trabalho. "Eu tinha a necessidade de crescer e ampliar os meus horizontes", confessa o empresário,que hoje fatura cerca de R$ 14 milhões com o serviço de táxi aéreo.

Para o futuro, os dois projetam avanços em seus respectivos negócios, embora concordem que o processo deve seguir com calma, sem sobressaltos. Renata, por exemplo, diz que tem sido assediada por empresas para abrir uma franquia de sua marca. Mesmo assim, ela pretende montar, por conta, cinco unidades nos próximos cinco anos. Já Bitar, que tem 14 anos no mercado, afirma que seu projeto é crescer passo a passo. A estratégia, conta, é esperar que a demanda supere sua infraestrutura para, somente assim, investir em ampliações.

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