Pagamentos via celular vão superar cartões de crédito e débito em 4 anos

Segundo pesquisa, cartões de crédito e débito serão superados pelo mobile payment

estadão pme,

14 de julho de 2011 | 17h44

 A realização de pagamentos com o uso de aparelhos móveis no ato da compra será a forma de pagar mais utilizado nos próximos quatro anos, segundo pesquisa global da KPMG International. O levantamento, feito com mil executivos de áreas diversificadas, aponta que empresas de telecomunicações avançam em iniciativas para massificar o sistema de pagamento (conhecido como “mobile payment”) a partir de celulares, smartphones e outros tipos de soluções nos próximos anos.

O rápido desenvolvimento de novas tecnologias deve favorecer a aceitação da forma de pagamento no mercado. Segundo dados da pesquisa, 83% dos entrevistados acreditam que eles serão a principal modalidade utilizada pelos consumidores. No entanto, 9%  dos empresários ouvidos já consideram o mobile payment a forma de pagar mais importante de suas áreas.

A maioria das empresas reconhece que o mobile payment  está em sua infância ainda. Porém, elas são otimistas em relação ao futuro e acreditam que esta solução vai se popularizar a médio prazo —  46% dos entrevistados acham que  o pagamento móvel estará consolidado na metade dos 4 anos previstos.

Cerca de 81%  dos executivos ouvidos acreditam que a conveniência e acessibilidade são os principais atributos dessa modalidade de pagamento; seguidos pela simplicidade e facilidade de uso (73%), segurança (57%) e baixo custo ( 43%).  No entanto,  líderes empresariais do mundo todo apontam a segurança (71%) como o principal desafio para o desenvolvimento de estratégias para o móbile payment.

Com a indústria de pagamentos via celular apontada como um dos grandes destaques dos próximos anos, várias empresas vão desempenhar um papel significativo no setor. Os dois grupos empresariais são os principais candidatos, segundo os executivos participantes: bancos (82%) e aempresas de cartões de crédito (77%) terão um papel importante globalmente nesse processo. Eles posicionam as empresas de telecomunicações em terceiro lugar nessa lista (72%).     

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