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Oito exemplos de empresas que ganham espaço com sorvetes; e a opinião de dois especialistas

Inovar nos sabores é opção para quem deseja começar: que tal sorvete de queijo parmesão, azeitona ou pepino

Estadão PME,

13 de fevereiro de 2014 | 06h40

O ano de 2014 começou com temperaturas altas e calor recorde em São Paulo. Cenário favorável para quem resolveu apostar na venda de sorvetes. E para quem está de olho no setor para empreender, é preciso ter criatividade e inovação nos sabores, segundo a coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac - Águas de São Pedro, Michele Coelho Novembre.

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"O brasileiro, no geral, sempre gostou muito de sorvete. E percebemos um aumento grande de sorveterias tanto as mais sofisticas quanto as mais simples. Diferentemente da Europa, aqui no Brasil estamos começando  agora a ver algumas tendências de sabores inusitados", pontua Michele.

De acordo com a coordenadora, na Europa é comum ver sorvete de queijo parmesão, azeitona, manjericão e pepino, por exemplo, que podem ser servidos com uma salada, com uma entrada na refeição. No Brasil, Michele  aponta que os sabores inusitados começam a surgir, como um sorvete de cerveja.

Para quem pretende investir no setor, Michele aponta a importância da criatividade, da inovação nos sabores e uma outra tendência, a da preocupação com a saúde e o uso de ingredientes relacionados a alimentação saudável. Entre os destaques existem redes que investem em sabores de frutas exóticas e as paleterias (vendem paletas, sorvetes típicos do México maiores que os picolés tradicionais encontrados no Brasil).

O ponto de atenção para o empreendedor é a sazonalidade do produto. "Estamos no verão, com pico de vendas. Qual o cuidado? Com a questão da variação do consumo, com alta nos meses de verão e baixa no inverno. É preciso pensar em alternativas", afirma Antonio Carlos Bonfato, professor gestão empreendedora do Centro Universitário Senac.

Segundo Bonfato, investir em um produto artesanal é uma forma de se diferenciar e oferecer um produto de maior valor agregado. Já a franquia também pode ser uma boa alternativa por já trabalhar com uma marca consolidada.

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