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O que o seu pequeno empreendimento pode aprender com o sucesso do Cirque du Soleil

Saiba como uma pequena empresa do Canadá tornou-se uma potencial no ramo da diversão

estadão pme,

23 de maio de 2012 | 14h30

 Uma empresa com 5 mil empregados - mais de 1,3 mil artistas - e que já atingiu 100 milhões de espectadores (clientes?) em mais de 300 cidades tem muito a ensinar para pequenos empreendedores. Pensando nisso, o Estadão PME contou com a ajuda do professor Carlos Racca, diretor do departamento de produção, tecnologia e operações do ISE para mostrar o que o circo tem a ver com os negócios.

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O principal diferencial do Cirque du Soleil foi ter criado um novo mercado. Quando a companhia surgiu, em 1984 no Canadá, não havia ninguém no mundo que agregava elementos do teatro ao circo - coreografia, música, cenário, iluminação...tudo era diferente. Com isso, a empresa conseguiu atrair um novo público para o circo. Adultos passaram a frequentar os espetáculos, não as crianças.

O patamar atingido hoje pela empresa lhe confere o status de multinacional - hoje, o Cirque já organizou 32 espetáculos diferentes e a uma verdadeira legião de funcionários viajando o mundo com esses eventos.

A maneira de lidar com os funcionários, aliás, é outro ponto bastante interessante e que serve de aprendizado. A companhia soube não apenas lidar com tipos heterogêneos de empregados - de artistas a eletricistas -, mas também oferece capacitação constante a eles.

O ambiente da empresa em sua sede, no canadá, também é outra preocupação constante da empresa. E há sempre a busca pela qualidade. Se algo está bom, mas pode ficar excelente, é dado mais tempo para que a equipe consiga desenvolver ao máximo a ideia.

Mas toda empresa que transforma-se em um caso de sucesso há o desafio do 'passo seguinte'. O que fazer para não perder a relevância - no caso do Cirque du Soleil, a magia. A resposta parece estar no início da empresa: seguir inovando, afinal, se você não tomar cuidado pode perder espaço.

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