O cachorro-quente que não é gourmet e nem junk food

Shemuel Shoel e André Raccah falam sobre os negócios The Dog Haüs e The Sweet Bubbles

Daniel Fernandes, Estadão PME,

17 de novembro de 2014 | 07h15

O negócio que começou com uma pequena loja no Itam Bibi vendendo cachorro-quente em 2012 já tem três lojas em operação, vai abrir um empório com produtos da marca e traça o plano de expansão por franquias. Além disso terá presença no estádio do Palmeiras. O negócio envolve a família Shoel por meio dos irmãos Shemuel, Marcelo, Bruno e Rafael, cada um responsável por uma área da The Dog Haüs.

A ideia surgiu porque Bruno se formou em gastronomia com a intenção de montar alguma coisa no setor. Como Shemuel e Marcelo já tinham trabalhado em uma rede de hot-dog no Canadá, os irmãos resolveram investir na ideia. Shemuel contou a história do negócio na edição de sábado do programa PME Entrevista da Rádio Estadão. O sócio André Raccah participou do segundo bloco para falar sobre o mais novo negócio: The Sweet Bubble, um espaço para vender doces com espumante.

1º BLOCO

Shemuel contou sobre a ideia do negócio e quais são os diferenciais da empresa. O empresário ainda falou sobre sua rotina com poucas horas de sono e o dia a dia da empresa que tem 40 funcionários. (Clique na imagem para ouvir a entrevista)

2º BLOCO

André Raccah participou do segundo bloco ao explicar o conceito da The Sweet Bubble. O espaço será aberto no mesmo quarteirão da The Dog Haüs, na Rua Bandeira Paulista, com a proposta de vender doces, desde bolos como red velvet, carrot cake e brigadeiro, até cookies, donuts e milk shakes. Tudo combinado com espumantes, inclusive com a marca da casa. (Clique na imagem para ouvir a entrevista) 

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