Nível de atividade segue em alta na construção em junho

Segundo a CNI, indicador apresentou 52,4 pontos em junho, ante 53,1 pontos apurados em maio

FABIANA HOLTZ, Agência Estado,

27 de julho de 2011 | 12h45

O nível de atividade na indústria da construção civil apresentou 52,4 pontos em junho, ante 53,1 pontos apurados em maio, conforme a Sondagem da Construção Civil divulgada nesta quarta-feira (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em junho de 2010, o indicador estava em 53,8. Pelos critérios da sondagem, pontuações superiores a 50 pontos mostram uma expectativa positiva e números inferiores sinalizam retração ou expectativa negativa.

Quanto ao nível de atividade efetivo em relação ao usual, o indicador mostrou estabilidade, passando de 50,9 em maio para 51,0 em junho. Ao mesmo tempo, o número de empregados do setor se manteve em 52,6, ante 51,9 informado no período anterior.

Em nota, a entidade destaca que este foi o segundo mês de expansão na atividade. "A situação financeira, que no primeiro trimestre foi avaliada como satisfatória, agora já é considerada mais que satisfatória. O acesso ao crédito foi considerado difícil, mas essa sensação foi menos disseminada que no trimestre anterior", acrescenta a CNI.

Em julho, a expectativa dos empresários da indústria da construção para os próximos seis meses ficou em 61,1 pontos. Para os próximos seis meses, a expectativa é de crescimento, embora os empresários se mostrem menos otimistas do que no ano passado. A expectativa, segundo a CNI, é de que o setor continuará registrando expansão até o final de 2011, mesmo diante da desaceleração vista nos primeiros meses do ano.

Para a pesquisa, a CNI entrevistou 411 empresas, sendo 212 de pequeno porte, 149 médias e 50 grandes, entre os dias 1º e 15 deste mês. 

Tudo o que sabemos sobre:
EconomiaConstrução

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.