Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Negócio fatura R$ 200 mil por ano com venda, aluguel e até fantasias customizadas

Lojas foram abertas para fabricante ter contato com o consumidor final

Rodrigo Rezende, Estadão PME,

20 de abril de 2013 | 12h40

Caso a sua proposta seja iniciar no empreendedorismo pelo comércio, a empresa administrada por Danieli Misson é um bom exemplo do que fazer para acertar. Ela é responsável pelas duas unidades da marca Fantasias do Ó, lojas que estão localizadas na Freguesia do Ó, em São Paulo. 

Também faz parte da empresa familiar a fábrica de fantasias homônima, que nasceu há cerca de 10 anos no mesmo bairro e foi fundada pelos pais de Danieli, que até hoje dirigem a unidade. “Resolvemos abrir lojas para termos mais contato com o varejo, com a ideia de que elas funcionariam como laboratório para captarmos novas ideias e isso deu certo, tanto que estamos indo muito bem no comércio”, conta.

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A primeira unidade da família começou a funcionar há três anos e a segunda está no mercado faz apenas oito meses.

As duas unidades comercializam itens da própria marca e produtos de outras empresas, incluindo acessórios como chapéus, tiaras, perucas, máscaras, óculos, enfeites e bijuterias. A empresa também soube diversificar e por isso ainda vende uniformes de balé, judô e até recebe encomendas para a produção de fantasias customizadas.

No começo, segundo Danieli, a família achou que não daria certo a ideia de contar com duas lojas no mesmo bairro. A saída encontrada foi diferenciar o serviço oferecido em um dos pontos de venda. “Ganhamos um público diferente na segunda loja, incluindo o pessoal que está do outro lado do rio (Tietê) e também iniciamos uma novidade: o aluguel de fantasias mais sofisticadas”, analisa a empresária.

A Fantasias do Ó tem atualmente 15 funcionários e o faturamento anual das lojas gira em torno de R$ 200 mil. Segundo Danieli, o planejamento foi essencial para obter resultados bons nesse segmento. “Nosso mercado é sazonal, ou seja, durante o ano há épocas de pico e outras que podemos ficar no vermelho, por isso, precisamos estar preparados e entendermos bem o segmento”, diz.

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