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Negócio de bijuterias atrai R$ 14,8 milhões em investimentos antes mesmo de abrir as portas

Sophie & Juliete atua com venda de bijuterias e acessórios para consumidores de classe A e B

Renato Jakitas, Estadão PME,

06 de setembro de 2012 | 06h40

Ao apostar em um modelo híbrido de comercialização, que mescla o e-commerce ao tradicional e já consolidado sistema de venda direta, uma startup brasileira conseguiu atrair US$ 7 milhões (cerca de R$ 14,8 milhões) em investimentos antes mesmo do início da operação, que começou oficialmente em julho passado.

A empresa em questão é a Sophie & Juliete, negócio que atua com venda de bijuterias e acessórios para consumidores de classe A e B. Baseada na comercialização por meio de consultoras – como fazem, por exemplo, a Avon, Natura e o Grupo Racco –, a diferença do negócio é que as encomendas das vendedoras autônomas, assim como todo o contato com a empresa, são realizadas pela internet.

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“As consultoras, que chamamos de ‘estilistas’, podem trabalhar de duas maneiras. Elas podem comprar os produtos no nosso site, com 25% de desconto, para revender. Ou podem fazer as vendas por meio de catálogos, virtuais ou físicos, e receberem até 20% de comissão”, explica Camila Souza , sócia da Sophie & Juliete  ao lado do suiço Ronald Beigl.

Com planos de alcançar 2 mil consultoras em um ano, a empresa atraiu a atenção de dois fundos de investimentos, Redpoint Ventures  e IG Expansión, que aplicaram US$ 7 milhões no negócio. “Nossa meta, para os próximos 12 meses, é de alcançar um faturamento de R$ 10 milhões”, afirma Ronald Beigl, que arregimentou 100 consultoras para o negócio desde o lançamento.

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