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Negócio começou com venda personalizada

Rede prepara a abertura de duas novas lojas, as primeiras para pessoas de fora do círculo familiar

Gisele Tamamar, Estadão PME,

27 de junho de 2014 | 07h01

É aí que a Marlene vende? Era essa a pergunta que a clientela costumava fazer quando batia na porta do showroom da empresária Marlene Soares, que, no início, vendia produtos para casa em domicílio. Quando surgiu a loja, o nome não poderia ser outro: Marlene.

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A primeira unidade foi aberta em 1989, no Tatuapé, na cidade de São Paulo. Hoje, são sete franquias comandas por membros da família. Mas a rede prepara a abertura de duas novas lojas, as primeiras para pessoas de fora do círculo familiar.

As novas operações serão instaladas no bairro de Moema, na capital paulista, e outra no interior, em Ribeirão Preto. “Não trabalhamos a marca para vender qualquer produto. Desenvolvemos o produto de acordo com o perfil do cliente e nas tendências de moda”, explica a filha de Marlene e atual CEO da rede, Wilma Tavares.

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No passado, Marlene confeccionava produtos apenas sob encomenda. Ela visitava a casa do cliente e desenvolvia o produto de acordo com a decoração e o gosto do comprador. Hoje, apesar da linha comercial, a marca ainda tentar manter a essência desse negócio.

Para manter o conceito, Marlene tem uma confecção própria para os projetos personalizados ou para ajustes. Abrir uma franquia exige investimento de R$ 390 mil, com faturamento mensal de R$ 150 mil. As lojas maturadas chegam a faturar R$ 220 mil. “Você sempre vai vender, sempre tem gente casando, mudando de apartamento, mudando o tamanho de cama. É um mercado bom, mas envolve um bem durável. Por isso, é um mercado trabalhoso e exige empenho”, diz Marlene. 

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