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Muito calor? Confira as empresas que estão faturando alto com sorvetes

Empresários investem em gelateria na zona leste até em franquia de rede norte-americana

ESTADÃO PME,

12 de novembro de 2013 | 06h52

Os termômetros em São Paulo chegaram na casa dos 30 graus esta semana e o clima ajuda a movimentar os negócios relacionados à sorvete na cidade. Para quem está de olho no setor, o Estadão PME separou histórias de algumas empresas que se destacam no mercado.

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Uma delas é a Gelateria Marco Polo, localizada no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. A empresa foi criada pelo casal formado pelo argentino Eloy Fabris e pela brasileira Natália Luglio. Eles se conheceram em 2007 quando trabalhavam em um navio e resolveram, três anos depois, seguir a vida em terra firme.

Decididos a ficar juntos em São Paulo, eles uniram a ideia de criar um café com uma gelateria. Ele se especializou em sorvetes em Buenos Aires, de onde também trouxe a receita da media luna (pãozinho típico argentino) para abrir o negócio em outubro de 2011.

A dupla procurou um ponto para instalar a loja por toda São Paulo, mas acabou encontrando uma boa oportunidade no Tatuapé. "A gente sempre pensa em ir para um lugar badalado, e acaba pensando nas regiões de Pinheiros, Jardins. Mas quando achamos esse ponto, vimos potencial", conta Natália, que registra faturamento mensal entre R$ 70 mil e R$ 80 mil.

Entre os sabores que fazem sucesso estão o Marco Polo (café com crocante de amêndoas) e o spagnola (sorvete de nata com amarenas e suspiro). Para não ficar dependente apenas das vendas de sorvetes, os empresários também apostaram na venda de cafés, bebidas em geral, salgados, lanches, media luna e servem almoço de segunda sexta-feira.

No sábado, dia 9, o local foi palco de um pedido de casamento. Teve músico com violão, cantora e buquê de flores. "Foi muito emocionante. Isso é uma das coisas mais gratificantes. Nós prezamos muito pelo serviço. Estamos aqui todos os dias e temos contato com os clientes. Em julho, nós casamos e tivemos clientes como convidados", conta Natália.

Orgânico. Outro negócio no setor é a empresa La Naturelle. Três sócios investiram em um sorbet, um sorvete que não leva leite, nem gordura e ainda é orgânico. O negócio surgiu da iniciativa do engenheiro Seikiti Tamahiro, que tem uma filha com intolerância à lactose, e do casal Patricia e Ronaldo Canova, pais de uma filha com alergia a produtos químicos. Assim, a empresa é resultado do encontro da ideia de Tamahiro em fazer um sorvete orgânico com o conhecimento do casal em preparar um produto sem química. Leia mais aqui.

Combinações. A rede norte-americana Cold Stone chegou recentemente a São Paulo. A marca é famosa por manter um cardápio de até 11 milhões de combinações de sabores. Um grupo de quatro sócios investiram cerca de R$ 1,3 milhão na operação em São Paulo, um ano após abrir a primeira unidade da marca em Curitiba. Leia mais sobre a rede aqui.

Franquias. O sorvete também é o produto principal de algumas redes de franquias. É o caso da Freddo, Ice Mellow e Casa do Sorvete Jundiá. O Estadão PME fez uma matéria sobre o assunto. Leia mais aqui.

Sorvete árabe. Quem também apostou nos sorvetes foi o engenheiro Waldir Seror. Ele produz uma releitura da receita criada em 1924 pelo seu avô, um árabe nascido no Líbano. Ele tem duas marcas: Sorveteiro Árabe e Chef Sorveteiro. Conheça a história dele aqui.

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