Daniel Teixeira/AE
Daniel Teixeira/AE

Medidas de estímulo à economia afetam comércio no curto prazo

'Se vender bem em dezembro, já haverá reposição (de produtos) em janeiro' disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf

Glauber Gonçalves, Agência Estado,

01 de dezembro de 2011 | 17h24

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse nesta quinta-feira, 1º, que os efeitos das medidas anunciadas hoje pelo governo para estimular o crescimento da economia  poderão ser sentidos no curto prazo na ponta do comércio. "Se vender bem em dezembro, já haverá reposição (de produtos) em janeiro", disse Skaf.

O dirigente deu entrevista coletiva após participar de evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), durante a qual classificou como positivas as medidas anunciadas hoje. "Qualquer medida de desoneração é sempre muito bem-vinda", disse

Ao defender o pacote, Skaf disse que é necessário estimular o crescimento econômico, uma vez que o Brasil já está enfrentando um desaquecimento, embora os efeitos da crise europeia ainda não tenham atingido o País, na avaliação dele.

::: Siga o Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

"Aqui, (a economia) desaqueceu por medidas que foram tomadas antes e pelas importações", disse, referindo-se às medidas tomadas pelo governo federal desde o fim do ano passado para desacelerar o crescimento da economia. "Agora estamos pagando o preço independente do que virá de fora", declarou, em relação à perda de competitividade da indústria brasileira e ao consecutivo aumento das importações.

Tudo o que sabemos sobre:
EconomiaIOFIPI

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.