Lucy Onodera: 'Acho que sofri mais por ser jovem do que por ser mulher'

Sócia-diretora e segunda geração à frente da rede de clínicas Onodera, ela fala sobre sua entrada no negócio familiar, relacionamento com clientes e franquias em entrevista da série sobre o futuro do empreendedorismo

Felipe Tringoni, especial para, O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2017 | 15h45

Mulher, jovem e empreendedora. Lucy Onodera começou a acompanhar de perto os negócios da família quando entrou na faculdade de administração, em 1998. Dois anos depois, a Onodera se consolidou como rede de clínicas de estética e abriu suas primeiras franquias. "Acho que sofri mais por ser jovem, no começo, do que por ser mulher. Se aconteceu, eu não percebi", relembra a empresária, que encerrou a semana de entrevistas sobre o futuro do empreendedorismo na TV Estadão.

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"Quem teve mais dificuldades foi minha mãe. Quando ela ia negociar, as pessoas olhavam para o meu pai, e não para ela. Era muito mais difícil do que hoje", diz Lucy. Ela comanda 57 unidades e cerca de 1.200 colaboradores da rede, que oferece serviços e tratamentos corporais, faciais e medicina para mulheres. Neste bate-papo, fala sobre ser a segunda geração do negócio familiar, fidelização de clientes e expansão da rede franqueada.

 

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