Alex Silva/AE
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Loja virtual é opção para iniciar no setor de skate

Skateshops fazem trabalho de divulgação nas redes sociais para atingir público praticante

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME,

30 de agosto de 2012 | 08h07

De olho no mercado em expansão, os skatistas enxergaram nas lojas virtuais a possibilidade de empreender e tornar os produtos acessíveis em todo território nacional por meio das skateshops online. Os amigos Tiago Teixeira e Tullio Dalpiaz, ambos de 35 anos, apostaram no mercado e criaram a Urban Store em 2005.

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O e-commerce trabalha com estoque próprio e espera crescer 20% este ano. Só no primeiro semestre, foram vendidos em média 2 mil itens por mês. Para continuar a trajetória de crescimento, a Urban Store faz investimentos em mídia online. “A molecada está ligada no computador. Usamos a linguagem dos skatistas para falar com o nosso público”, diz Teixeira.

Profissionais renomados ajudam a passar credibilidade às skateshops virtuais. A Retta Skate ilustra essa peculiaridade do setor. A empresa foi criada em sociedade por Sidney Arakaki junto com os irmãos Neto Silva, Leonardo e Rafael Gomes - eleito o skatista do ano em 2010 pela revista CemporcentoSKATE. “O skate está em todo lugar, mas muitas vezes o skatista não têm acesso aos produtos, não encontra”, afirma Gomes, 29 anos.

Já a Matriz Skate Shop começou como loja física em Porto Alegre há 11 anos por iniciativa dos skatistas Marcus Basler, Cezar Dal Pozzolo e seu pai, Marloi Dal Pozzolo. A equipe ganhou um reforço em 2010 com a entrada de Rodrigo Teixeira.

Com as vendas crescentes, a Matriz enxergou a oportunidade de marcar presença na internet e inaugurou sua plataforma de comércio eletrônico há dois anos. A marca está formatada para virar franquia com negociação para abertura de novas unidades em Santa Catarina e Curitiba. 

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