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Loja de colecionáveis com itens que custam até R$ 12,9 mil vai atuar apenas com vendas online

Confira a primeira matéria da série sobre as expectativas dos empreendedores para seus negócios

Gisele Tamamar, Estadão PME,

24 de dezembro de 2014 | 10h10

A união do interesse pessoal com uma oportunidade no mercado fez com que Fernando Mouawad investisse em uma loja de brinquedos e colecionáveis licenciados, a Coleciona, em 2006. Com um ponto físico em São Paulo e um e-commerce, a empresa prepara uma nova estratégias para 2015: vender apenas online.

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A mudança é motivada por uma combinação de dois fatores. O primeiro é que o contrato de aluguel do imóvel estava vencido e o proprietário requisitou o espaço. Como a estrutura da loja virtual já estava de mudança para um espaço maior, o empresário decidiu priorizar a operação online junto com a fusão com outra empresa do setor.

A loja virtual da Coleciona existe desde 2012 e atualmente representa 50% do faturamento do negócio. "O crescimento da operação online é muito maior. A previsão é dobrar o faturamento só com a loja virtual em um prazo de dois anos", afirma Mouawad. "A perspectiva do panorama econômico nacional não é boa. Ainda assim, estou otimista com a operação virtual", completa.

Uma das características dos clientes colecionadores é a necessidade de tocar a peça. Mas como o empresário vai lidar com essa exigência? "Para algumas pessoas, o contato físico é importante. Mas você tem que colocar isso na balança com uma série de fatores, como o preço. Saímos da operação física com um conhecimento do nome da empresa. Sempre fiz questão de ter um 'mix' variado e caracterizado pela qualidade. Como estamos há anos no mercado, tem o boca a boca, a pessoa sabe que está comprando algo de qualidade, pagando um bom preço", justifica.

Variedade. Apesar do nome, a Coleciona não trabalha apenas com itens colecionáveis. De acordo com Mouawad, a empresa atende a três públicos. O primeiro grupo inclui os colecionadores de personagens (figuras e estátuas). Na loja, a peça mais cara é uma estátua de corpo inteiro e em tamanho real de personagens do Star Wars, vendidos a R$ 12.999 cada.

O segundo grupo é formado pelos adoradores de diecast ou os carrinhos em miniatura. E o terceiro grupo inclui os brinquedos em geral. No total, a empresa trabalha com cerca de 15 mil itens variados. 

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