Lojas de joias e semijoias ganham destaque na feira da franquia em 2015
Lojas de joias e semijoias ganham destaque na feira da franquia em 2015

Joalherias e centros de sobrancelhas puxam as tendências deste ano na feira de franquias da ABF

Evento reúne 345 empresas franqueadoras até sábado na zona norte de São Paulo

Renato Jakitas, O Estado de S.Paulo,

25 de junho de 2015 | 07h19

Centros de design de sobrancelhas, lojas de joias e as sempre presentes escolas de idiomas e de alimentação formam neste ano os pesos pesados entre as tendências de expositores da feira de franquias de São Paulo.

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Em sua 24ª edição, o evento que é organizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) reunirá até sábado, 27, 345 empresas de diversos portes e segmentos da economia, mas que, em comum, compartilham a estratégia de entregar ao apetite dos franqueados os seus planos de expansão.

Em volume de participantes, como sempre acontece, o grande destaque fica por conta das empresas de refeição fora do lar posicionadas dentro e fora da praça de alimentação dos shoppings centers. O segmento é de praxe o mais representativo para o franchising brasileiro, que em 2014 movimentou R$ 127 bilhões, contra R$ 118 bilhões em 2013.

No entanto, ganha relevância em 2015 os centros de estética dedicados ao cuidados das sobrancelhas, com sete marcas especializadas ou posicionadas para atender o nicho, uma tendência que já vem do ano passado e é seguida de perto por algo de fato novo, as redes de franquia que comercializam joias ou semijoias, as tradicionais bijuterias. São seis marcas para esse segmento, algumas suportadas por unidades de fabricação própria, outras dependentes de fornecedores externos, dentro e fora do País.

As redes de cuidados para sobrancelhas têm investimento inicial a partir de R$ 70 mil (Centro das Sobrancelhas), chegando a R$ 100 mil (para uma loja da marca Sóbrancelhas). Esses franqueadores prometem faturamento mensal médio a partir de R$ 35 mil.

Já as lojas de joias ou semijoias têm desembolso inicial a partir de R$ 100 mil e algumas, como a marca My Gloss, oferecem como atrativo um markup que chega a 3,25 (o markup é um índice obtido por meio do preço final dividido pelo preço custo de cada unidade).

"Esse é um negócio que a gente até se assustou com o desempenho das vendas no começo", afirma Jamil Machado da Mapa da Mina, franquia carioca de bijuterias que está em sua décima unidade e promete um markup de 3,4 (o preço médio de venda das peças é de R$ 17 para um preço de custo de R$ 5).

Idiomas. Mas de volta à tradição, as escolas de ensino de idiomas também sustentam seu lugar entre as ofertas mais recorrentes da feira da ABF. são 13 marcas e se há alguma movimentação relevante nesse nicho é o posicionamento cada vez mais específico das empresas.

Neste ano, as opções vão desde marcas para as crianças, como é o caso da Pearson que aproveitou o evento para lançar a Wizard Kids, com foco em alunos de quatro a 12 anos, até marcas como a rede Yes!, que foca sua atenção em bolsões de baixa renda, como a Rocinha, Cidade de Deus e, em São Paulo, a favela do Paraisópolis.


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