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Hospedar-se em hotel invisível na Suécia pode custar até R$ 1,6 mil por dia

Ser diferente permite a empresário cobrar mais caro pelo produto, desde que ele seja relevante para o consumidor

ESTADÃO PME,

12 de agosto de 2013 | 14h00

 Há um ano, um pequeno hotel na Suécia, localizado no vilarejo de Harads, que por sua vez fica muito perto do Círculo Ártico, chamou a atenção do mundo inteiro porque conseguiu inovar - a empresa, chamada Treehotel, criou quartos praticamente invisíveis. A ilusão de ótica se dá por conta do revestimento externo, feito com espelhos, e da localização das acomodações, na floresta.

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O resultado dessa inovação pode ser comprovado agora pelo preço, afinal, qual valor pode ser cobrado por uma diária em um hotel tão diferente dos outros. A resposta é: um valor alto. O interessado em hospedar-se no quarto invisível, chamado The Mirrorcube, com mais um adulto no mês de dezembro vai pagar pela diária 4,6 mil coroas suecas - ou R$ 1,6 mil, conforme a cotação do dia 9 de agosto.

O quarto Bird´s Nest (Ninho do Pássaro), outra versão do quarto invisível, sai um pouco mais barato - 4,4 mil coroas suecas, ou R$ 1,5 mil.

Acomodações. De acordo com os administradores do hotel,  o The Mirror Cube é uma excelente acomodação para duas pessoas e inclui banheiro e lounge. Já o Ninho do Pássaro conta com 17 metros quadrados de área. Mas o principal ensinamento dos preços praticados pelos administradores do hotel, segundo especialistas, é um só: quanto mais diferente o seu produto for, maior o preço a ser cobrado - lembrando sempre de uma questão muito importante. Essa equação funciona caso o produto ou serviço seja relevante para o consumidor.

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