Daniel Teixeira/Estadão
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Franqueado pagou negócio em 60 vezes de R$ 6 mil

Marcos Santiago começou no restaurante como lavador de pratos

Gisele Tamamar, Estadão PME,

26 de fevereiro de 2014 | 06h32

Marcos Santiago é aquela pessoa que começou no "chão de fábrica" como se costuma dizer. Ele começou a trabalhar no restaurante Nakombi lavando pratos. Mas como sempre se interessou pelos setores da casa, cumpria o expediente na função, mas aproveitava o período da noite para ajudar na cozinha. Hoje, ele comanda a operação de duas franquias da rede, que registram faturamento médio mensal de R$ 250 mil cada uma.

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"A empresa viu meu interesse pelo Nakombi e foi me promovendo de setor. Lavei pratos, fui ajudante de cozinha, trabalhei no salão. O importante não é você ter o negócio, é você conhecer o negócio. Eu tinha isso na minha cabeça, de ter um negócio um dia e passei a me envolver em todos os setores da casa", contou Santiago.

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Quando os sócios da rede resolveram franquear a operação, Santiago era gerente da unidade do Shopping Jardim Sul, em São Paulo. "Em vez deles pegarem uma pessoa de fora e colocar na operação,  eles acreditaram no meu trabalho e fechamos negócio", disse.

Mas na condição de funcionário, Santiago não tinha dinheiro suficiente para pagar a franquia à vista. O acordo foi um financiamento de 60 parcelas de R$ 6 mil, encerrado no ano passado. "Se eu já cuidava bem, passei a cuidar melhor ainda", pontuou.

Em dezembro de 2012, Santiago inaugurou mais uma unidade com um sócio, no Shopping Villa-Lobos. O negócio exigiu investimento de R$ 1,5 milhão. "Sou uma pessoa pé no chão, sou conservador. Ainda tenho que terminar de pagar o investimento para depois pensar em expandir mais uma loja", contou.

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