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Financiamento coletivo viabiliza nova marca de sapatos

Empresárias investiram em produção de sapatilhas confortáveis

Gisele Tamamar, Estadão PME,

28 de agosto de 2014 | 07h00

Quando passou uma temporada na Itália e precisava caminhar todos os dias para a escola, a publicitária Cintia Tominaga enfrentou um problema: as sapatilhas machucavam seus pés. Ao retornar ao Brasil, ela resolveu criar uma empresa, ao lado de Natália Macedo, para produzir sapatilhas bonitas e confortáveis. A Ballerini saiu do papel no ano passado, após uma campanha das empresárias que arrecadou R$ 17,7 mil no site de financiamento coletivo Catarse.

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“Sou uma entusiasta do crowdfunding, uma forma maravilhosa de inverter a lógica tradicional de se fazer negócio. Queria ser um case nacional e conseguimos. Raríssimos são os casos de empresas de moda nacionais fundadas dessa forma”, afirma Cintia.

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Além do e-commerce tradicional, a Ballerini trabalha com o modelo happy box – nove pares de sapatos são enviados para a casa da cliente, que pode provar e pagar pelas sapatilhas de que gostou. “É uma operação complexa de extensão local. Exige estoque e centro de manuseio exclusivos, mas tem uma rentabilidade excelente devido a alta conversão e ao tíquete médio”, afirma Cintia. De acordo com a empresária, o modelo proposto por ela e a sócia pode ser expandido por meio de novas unidades de negócios.

Depois da experiência frustrante na Itália, Cintia estabeleceu o conforto como a proposta do produto. “Testo pessoalmente cada um dos 50 modelos de cada coleção pra ter certeza de que eles têm uma modelagem confortável”, diz Cintia.

Outra preocupação está em agradar a cliente. “Mimamos até onde podemos, com embalagem fofa, tags de produto divertidas, Happy Box e gel conforto de brinde em cada compra.”

Para ajudar no crescimento da empresa, as sócias receberam, primeiro, a ajuda de familiares e amigos. Depois, o negócio registrou a entrada de outros investidores. 

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