Wilton Junior/Estadão
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Fast-food gourmet quer testar seu valor no ramo de hambúrguer

Entre a sofisticação e a agilidade, pequenas franquias promovem novo modelo de negócio

Renato Jakitas, O Estado de S.Paulo,

25 de fevereiro de 2015 | 07h10

Nem rápida, nem sofisticada. As pequenas hamburguerias que buscam avançar por meio do sistema de franquias criaram um meio termo na polarização do setor e apresentam o modelo de ‘fast-food gourmet’.

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Basicamente, o conceito explora os atributos procurados pelo consumidor, como batata assada e lanches com carne de primeira linha, mas com operações enxutas e implementadas de forma a se obter o retorno do investimento em 12 ou 24 meses de atividade.

No Rio de Janeiro, os sócios Paulo Maksoud e Silvia Carvalho criaram em 2007 a Hamburgueria Zack’s no centro da cidade e, após o lançamento de uma segunda unidade, já com uma cozinha industrial e um centro de treinamento para novos funcionários e parceiros, passou a comercializar a marca em modelo de franquia.

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Hoje são 10 unidades, três delas próprias, e faturamento em 2014 de R$ 13,1 milhões. “A gente chegou no Nordeste e, agora, queremos entrar em São Paulo até o segundo semestre deste ano, mas indo pelo interior, cidades grandes como Ribeirão Preto, Campinas”, conta Maksoud, que para conquistar a clientela das praças de alimentação abriu uma segunda bandeira, a Zack’s Express.

Assim que chegarem ao interior de São Paulo, Paulo Maksoud e Silvia Carvalho deverão encontrar pela frente a concorrência de Marcos Nunes, fundador da Let’s Eat, uma hamburgueria também no conceito de casual dinning e que mistura lanches a pratos mexicanos na cidade de Itu.

O empresário aplicou R$ 100 mil na proposta em 2010 e, hoje, são cinco casas em funcionamento, quatro delas franquias, sendo que uma delas funciona no boêmio bairro da Vila Madalena. “Fiz um projeto que custa R$ 500 mil para ser implementado. Uma casa como a minha fatura por volta de R$ 160 mil por mês e só abrimos de noite”, destaca o empresário.

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