Reprodução
Reprodução

Ex-professor fatura R$ 1 milhão com decoração em balões

Luiz Carlos da Costa Silva, da Cenário Balões, faz sucesso em festa infantis e corporativas

Renato Jakitas, Estadão PME,

06 de maio de 2014 | 15h03

O balão de festa, aquela bexiga colorida que em muitos remente a uma gostosa lembrança de infância, é para o ex-professor de educação física Luiz Carlos da Costa Silva um promissor meio de ganhar a vida. Também pudera. Desde que o paulista deixou para lá o cotidiano das academias de musculação para se dedicar às esculturas criadas à partir das bolas infláveis, sua realidade financeira mudou de patamar.

::: Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

:: Google + ::

Hoje, trabalhando basicamente com a família (a mulher e o filho), ele toca uma empresa, a Cenário Balões, que fatura acima de R$ 1 milhão por ano. E tem demanda de trabalho suficiente para ocupá-los os sete dias da semana, tendo inclusive de repassar algumas encomendas para os concorrentes.

"A gente desde o início focou no público de alta renda. Nosso projetos têm um ticket médio maior e, quando somos procurados para algo fora de São Paulo ou de um perfil diferente, a gente repassa para outras empresas de confiança", diz o empresário, que entrelaçando balões ao longo de mais de uma década já fez de um dinossauro com sete metros de altura, a réplica de uma castelo de conto de fadas ou até uma maria-fumaça de dez metros de extensão, com direito ao som da locomotiva e fumaça saindo pela chaminé.

A reportagem do Estadão PME esteve com o fundador da Cenário Balões para conhecer de perto sua história. O resultado, você acompanha no vídeo abaixo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.