Reprodução internet
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Escova de dentes que higieniza a boca em seis segundos fica mais cara...depois mais barata...pelo menos no Brasil

Confira o sobe e desce de um produto disputado. Mas ele não é caro demais?

ESTADÃO PME,

24 de janeiro de 2015 | 10h51

Atualizado em 25/1/2015, às 14h40

Em agosto do ano passado, o consumidor brasileiro comemorou o fato de que a Blizzident despacharia seu produto para todo o mundo. A pequena empresa alemã é responsável por criar o que os especialistas chamaram de a escova de dentes do futuro, capaz de higienizar a boca em apenas seis segundos. 

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Mas vender para outras partes do globo apresenta desafios. Seja você um empreendedor brasileiro querendo exportar ou então um pequeno empresário localizado nos Estados Unidos, Europa, Ásia... No caso específico da empresa alemã, a questão envolve a valorização das moedas estrangeiras, sobretudo o dólar e o euro, no País.  

A escova de dentes, que custava cerca de R$ 878 em agosto, em dezembro do ano passado não sairia por menos de R$ 1.021 - uma alta de 16,34% cuja única explicação recai na valorização da moeda, afinal, o valor cobrado pela fabricante é o mesmo: 299 euros. No sobe e desce da moeda estrangeira, o consumidor teve uma boa notícia no começo do ano. Devido a cotação do euro em janeiro, em média cada euro representava R$ 2,89, o preço voltou a casa dos R$ 860, R$ 870. Mesmo assim, um valor considerado alto para os padrões brasileiros. 

Mas há outro desafio importante para o produto. Para ter acesso à escova, o consumidor precisa antes de um molde de sua arcada dentária. Isso pode ser obtido por meio de um laboratório especializado, mas o cliente deverá enviar essas informações para a empresa alemã. Ela precisa desse molde para fabricar a primeira versão da escova, que é customizada - após um ano, a primeira versão deverá ainda ser reposta por escovas sobressalentes.

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