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Escola de inglês online cai no gosto dos investidores e levanta R$ 240 mi no mercado

Open English, que se declara a maior do setor na América Latina, vai usar o dinheiro para bancar sua expansão

Renato Jakitas, Estadão PME,

02 de maio de 2013 | 17h44

Para o empresário que vê com desconfiança o negócio de ensino de idiomas pela internet, uma startup fundada na Venezuela há sete anos oferece um exemplo interessante sobre as potencialidades do setor. A Open English, que por aqui investe pesado em campanhas na TV aberta, acaba de anunciar a captação de US$ 65 milhões (cerca de R$ 129,93 milhões) em investimentos.

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O dinheiro é proveniente de três fundos internacionais (TCV, Insight e a Redpoint Venture). Somadas às rodadas anteriores, a empresa contabiliza US$ 120 milhões (por volta R$ 239,88 milhões) levantados nos últimos três anos, desde que colocou em ação, para valeu, seu plano de expansão.

Atualmente, a empresa declara-se líder no segmento de escolas de inglês online na América Latina. E o dinheiro que chega dos investidores, afirma a Open English em nota, "serão utilizados para contratar novos funcionários e expandir as operações para novos mercados".

"(A última rodada de financiamento) reforça nossa estratégia de negócios e proporcionará um impulso ainda maior para os nossos planos de expansão", afirma o engenheiro de produção Andres Moreno, fundador do negócio, que mantém escritórios, além de São Paulo, também em Buenos Aires, Bogotá, Caracas, Cidade do Panamá e Miami, esta última, de onde ele toca a operação diretamente.

No Brasil, a marca desembarcou no ano passado e, desde então, sustenta o projeto de conquistar por aqui, em médio prazo, a liderança do mercado, alcançando 50% da participação da empresa no continente latino-americano.  metade dos alunos de fundador e CEO da Open English.

Para conquistar o mercado nacional, a empresa desenvolveu um programa que promete fluência no idioma em 12 meses, com mensalidades de R$ 185. A empresa também diz ser a única a oferecer aulas ao vivo com professores que falam português para alunos do nível básico.

“Além disso, oferecemos um consultor pessoal que avalia e planeja o curso de acordo com cada perfil e necessidades, acompanhando as atividades durante todo o curso. A cada 15 dias, o consultor entra em contato com o aluno para verificar o andamento do programa”, destaca Andrés Moreno, que para montar a operação brasileira recebeu aporte da FlyBridge Capital Partners, fundo de investimento norte-americano que atua com startups do Vale do Silício, região que concentra as principais startups de tecnologia dos Estados Unidos.

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